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Boletim Virtual - Edição 89: Geraldo Medeiros participa do Diário do Autor

Boletim Virtual - Edição 89
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NA EDIÇÃO DE HOJE DO BOLETIM VIRTUAL:
     
- Marcelo Delpkin comenta sobre Romeu e Julieta no Visão Crítica
- Mas cheguei a um impasse no livro Geena. Não conseguia solucionar uma situação delicada. Fiquei impaciente, pensei até em desistir, diz Geraldo Medeiros no Diário do Autor
- Vale Dicere é adiada, Boletim Virtual ganha nova temporada, Inscrições do Troféu Imprensa 2020 estão abertas. Essas e outras notícias no Giro Virtual.
     

     
 
     

BOLETIM VIRTUAL - EDIÇÃO 89
(DOMINGO, 26 DE ABRIL DE 2020)

 
 
     

MARCELO DELPKIN COMENTA SOBRE ROMEU E JULIETA DA CYBER TV NO VISÃO CRÍTICA

     
 
MARCELO DELPKIN: Olá, leitores! Como vão? Hoje estou de volta com a resenha do mês. Na última quarta (22), três novas novelas deram as caras na Cyber TV, sendo uma delas Nova Chance Para Amar, escrita por Ramon Silva. É sobre ela o Visão Crítica de hoje.

 

Rodrigo e Elisa viveram juntos desde a infância e prometem amar um ao outro para sempre; porém um conflito entre suas famílias e a morte da mãe de um deles poderão separá-los. Será que o amor será mais forte que a dor? Isto é o que Ramon desenvolve na nova história. Vamos aos destaques dos primeiros episódios:

 


 


 


 

 

O capítulo de estreia começa com a narração em off de Elisa sobre seu amor por Rodrigo, com quem conversa em seguida sobre a briga entre as famílias. Na cena seguinte, Laura bisbilhota o terreno dos Garcia, enquanto discute com o marido, o taxista Severo. Ele está desconfiado de que Elisa, a filha, esteja se encontrando com “o namorado menos desejado da face da Terra”. Neste trecho foram encontradas inadequações ortográficas, como em primogénito (com acento agudo em vez de circunflexo, provavelmente um erro de digitação) e em mal caráter (o correto é mau-caráter, com U e hífen).

 

A fofoca continua em outro núcleo, o de Letícia, com direito à cuíca demarcando o clímax do diálogo entre ela e Josias. Elisa, por sua vez, volta pra casa depois do anoitecer e consegue disfarçar diante da desconfiança de Laura. Para todos os efeitos, ela saiu para fazer trabalho escolar com uma colega. Enquanto isso, Letícia faz de tudo pra esconder de Pierre que teve um filho (Rodrigo) com ele.

 


 


 


 


 

 

 

Depois de ver um estranho casal no breu da noite, Severo fica ainda mais encafifado com o comportamento da filha. No dia seguinte, alguém do sexo masculino conta a Josias que a garota que se encontrou com Rodrigo na praia no dia anterior — ou seja, na primeira cena — foi Elisa. O velho chama Letícia e lhe conta a novidade. Este foi o gancho para o segundo capítulo. Letícia até pensa em tomar satisfações com a família rival, mas tudo acaba se resumindo a um embate entre Josias e Rodrigo. Além disso e da cena em que Laura conta a Elisa sobre a origem da guerra entre as famílias, pouca coisa mais relevante acontece. Fica para os próximos capítulos.

 

O maior mistério da história — e do roteiro — até agora está no “Homem” não identificado. Quem é ele? De onde surgiu? Como é sua aparência? É um figurante ou mesmo um personagem aleatório? Como ele viu os protagonistas na praia, se ninguém foi citado na sequência? Nem mesmo um flashback mostrou o sujeito espiando Rodrigo e Elisa. Pode ser um personagem importante pra algum suspense da trama, mas a falta de uma indicação mais sólida sobre ele na primeira cena em que apareceu (número 22 do capítulo 1) — nem que fosse sobre a aparência do rosto ou o jeito de vestir — deixa o roteiro com um aspecto “furado”.

 


 


 


 

 

 

A novela se passa no Rio de Janeiro, com direito às belezas da praia de Copacabana; ao mesmo tempo, o enredo tem um jeitinho interiorano tão comum em novelas em estilo Romeu & Julieta. Isso deixa Nova Chance Para Amar com o frescor de uma água de coco — adoro! Acredito que a intensidade das reações dos personagens ligados às famílias centrais se torne crescente com a vinda do clímax, e isso já se nota no comportamento de Severo e Josias. Porém o grande destaque da obra, pelo menos nos dois primeiros episódios, é a multifacetada Letícia: mãe, sobrinha, amiga, mulher apaixonada e magoada pelo ex-namorado Pierre. 

 

A novela é postada às segundas, quartas e sextas, sempre às 18h, e promete muitas reviravoltas nos 42 capítulos programados. Uma boa pedida pra quem gosta de romance com muitos conflitos.

 
     

 
     
NOVA TEMPORADA DE VALE DICERE É ADIADA, BOLETIM VIRTUAL GANHA NOVA TEMPORADA, INSCRIÇÕES DO TROFÉU IMPRENSA 2020 ESTÃO ABERTAS - por MARCOS VINICIUS
     

MARCOS VINICIUS: Olá meus queridos. Chegamos para mais um Giro Virtual. Despedidas, estreias, adiamentos e novidades marcam esta edição!


 

Season III de Vale Dicere é adiada


 

O autor Melqui Rodrigues precisou adiar a estreia da terceira temporada de Vale Dicere devido à outros compromissos profissionais. Os leitores da minissérie de grande sucesso precisarão  ser pacientes e aguardarem a confirmação de uma nova data. Poxa Melqui, estávamos todos ansiosos com esta temporada, mas compreendemos deus motivos e desejamos sucesso sempre!


 


 

Despedidas na CyberTV


 

E esta última semana marcou a despedida de grandes obras na emissora CyberTV. Escândalo, novela de Marcelo Delpkin, fez jus ao nome e causou um verdadeiro "escândalo" nas suas marcas de audiência. Também se despediram com grandes méritos: Falso Amor, novela de Débora Costa, Incognoscível temporada II, minissérie de Hugo Martins e En las cercanías de Alcatraz temporada II, de Marcos Vinicius da Silva. Ainda não leu nenhum destes sucessos? Corre lá no acervo da Cyber e tenha este privilégio.


 


 


 

Troféu Imprensa 2020


 

O Troféu Imprensa 2020 está com as cotações à todo vapor. São diversas obras, autores e programas concorrendo na dramaturgia, jornalismo e entretenimento. Ainda não deu o seu voto? A votação vai até o dia 08/05 às 23h59 (horário de Brasília). Bora lá votar quantas quiser nos seus prediletos. Para votar, basta clicar aqui.


 


 

Novela de época na CyberTV


 

Para todo o sempre é uma das novas novelas da CyberTV. A trama de época nos conduz ao leste europeu do século XIX, no reino de Veseli. Repleta de romance, aventura, ação e mistérios, a novela de Gustavo Lopes estreou no último dia 22/04 na faixa das 20h00. Com certeza um prato cheio para quem, como eu, adora uma história de época.


 


 

Segundo Episódio do Web Show


 

A autora, roteirista, assessora e produtora Débora Costa, de sucessos como Excelsior e Falso Amor, foi a segunda convidada do talk-show mais querido do Mundo Virtual. Está imperdível! Débora Costa  não titubeou e contou tudo para o apresentador Marcos Vinicius. Para ler o episódio, clique aqui.


 


 

Game, game, game show!!


 

No próximo semestre teremos a segunda temporada do Game Show. A tradicional e divertida disputa entre os artistas do Mundo Virtual foi renovada e Gabo Olsen promete promover disputas acirradas sobre diversos assuntos do MV. As gravações já começaram e estão esquentando os bastidores.


 


 

Misturama = Nostalgia e vice-versa


 

A Oitava temporada do Misturama será nostálgica com os quadros:

  - Gabo visita, onde uma personalidade do Mundo Virtual é recebida e fala sobre sua vida pessoal e vários outros assuntos;

  - Debate. Um quadro com assuntos ligados ao MV debatidos por convidados especiais;

  - Jornal do Gabo. Aqui um novo formato os espera.


 


 

O BV tem vida longa


 

O BV, tão querido por todos, vai para sua nona temporada com quadros para levar muita informação aos leitores. Sua estreia está marcada para o próximo mês. Não vai deixar de acompanhar, não é mesmo?


 


 

E era isso por hoje, meus amigos. Fiquem em casa, fiquem com Deus e não deixe de acompanhar as muitas novidades do MV!

     

 
     
MAS CHEGUEI A UM IMPASSE NO LIVRO GEENA. NÃO CONSEGUIA SOLUCIONAR UMA SITUAÇÃO DELICADA. FIQUEI IMPACIENTE, PENSEI ATÉ EM DESISTIR, diz GERALDO MEDEIROS
     
 

Nasceu em Recife. É escritor e roteirista. Publicou mais de 14 livros. No roteiro, Geraldo Medeiros criou duas séries de ficção e uma de terror, dois curtas e dois longas. Escreveu contos, conquistou prêmios literários como o SFX – 2015 (São Francisco Xavier. Homenagem a ele que também foi escritor), promovido pelo Governo do Estado de São Paulo. Além disso, venceu três categorias no Cyber Séries Awards 2017 e 2018. Especializou-se em ficção científica através de um curso promovido pela Universidade de Michigan – Estados Unidos. Participou de vários programas televisivos entre o Mais Você, Mulheres, Jô Soares, Olga Bongiovani, entre outros. Com um de seus livros, permaneceu durante 6 meses como um dos títulos mais vendidos no país, segundo os jornais Estado de São Paulo e Jornal Globo do Rio de Janeiro. Geraldo Medeiros, seja bem-vindo ao Diário do Autor.

 


Geraldo Medeiros

 

GERALDO MEDEIROS: Muito obrigado pelo convite. Sinto-me honrado.
 

GABO: Geraldo, sua trajetória é rica na literatura. O livro “A Consciência Encarnada e o Corpo Humano” ficou por 6 meses no ranking das vendas. É impossível definir essa emoção. Que palavra remete esse momento?
 

GERALDO MEDEIROS: Surpresa. Jamais pensaria que um livro tão complexo faria tanto sucesso. Foi o que me motivou a prosseguir no mundo da escrita.
 

GABO: Como foi a sua aproximação com o mundo da escrita? Com que idade e qual foi o primeiro livro que você leu?
 

GERALDO MEDEIROS: Lembro-me daquele dia como se fosse hoje. Tinha 9 anos quando minha professora colocou vários livros enfileirados lado-a-lado, e pediu para que nós olhássemos os títulos e escolhesse um que mais chamasse a atenção. Logo de cara vi A máquina do tempo de H.G. Wells. Foi amor à primeira vista. Comecei a lê-lo naquele dia e não parei. Tenho o livro até hoje.
 

GABO: Geralmente quanto tempo você leva para escrever um livro?
 

GERALDO MEDEIROS: Sou lento para escrever. Sou detalhista. Procuro me planejar antes. Começo a escrita, mas depois tudo descamba quando os personagens assumem o controle. Só para se ter uma ideia, escrevi um livro (ainda na gaveta) cuja ambientação ocorre no antigo Egito, III dinastia. Peguei uma mesa grande aqui de casa e construí sobre ela uma maquete de como deveria ser o Egito naquela época. Claro que me baseei em fatos arqueológicos, conversei com especialistas e pesquisadores que estiveram nos sítios arqueológicos de lá. Foi fantástico! Adorei escrever O Sacerdote-deus de Kemet. Mas levou vários anos para ficar pronto.
 

GABO: Do papel para as livrarias e casa dos leitores. Como foi o processo de publicação do 1° livro? Teve alguma dificuldade enfrentada no percurso?
 

GERALDO MEDEIROS: Quando publiquei o primeiro livro, já faz algumas décadas, a coisa era tão difícil quanto agora. Precisava selecionar algumas editoras, e depois, enviar cópias dos livros com uma carta de apresentação. A diferença era que maioria respondia. Eram atenciosos. O editor chamava para uma entrevista e, se aprovado, o livro era colocado na linha de novos projetos. As editoras viam os livros como produtos de alto potencial. Hoje o autor não tem valor se não passou pelas vias formais como concursos, formação específica etc. Especialmente se ele for iniciante. Isso poderia mudar se as pessoas lessem mais.
 

GABO: Entre as histórias já publicadas, qual é a sua preferida? Qual é o personagem que você se identifica? Ele tem alguma ligação contigo?
 

GERALDO MEDEIROS: Difícil responder essa. Costumo me apaixonar por todos os meus personagens. Contudo, há dois deles que cheguei até sonhar. Um deles é Rui Montenegro, um antropólogo contratado pelas forças armadas para investigar casos de ressurreição. Do livro Geena – Eles voltaram. Outro personagem é Imhotep, sacerdote e chanceler do antigo Egito. Uma figura forte e sábia. Ambos me encantaram.
 

GABO: Se fosse pra você escolher entre o roteiro e o literário, qual dos dois formatos levaria a sua preferência e porquê?
 

GERALDO MEDEIROS: Na verdade gosto dos dois formatos. A escrita do roteiro é arte literária também, mas possui suas peculiaridades, pois, não se escreve um roteiro para si. Outros artistas deverão se envolver e certamente modificarão boa parte daquilo que foi proposto na história. O livro também me encanta, mas é aí que me torno mais criterioso. Procuro entender a estilística de palavras que serão usadas, no momento certo para causar o efeito desejado na mente do leitor. Também gosto muito disso.

 

 

 


 

 

GABO: Como é a relação da sua família com o seu trabalho no ramo da escrita?
 

GERALDO MEDEIROS: Recebo apoio incondicional de minha esposa e filhos. Todos me incentivam e participam das conversas antes de iniciar um novo projeto. Gostam de dar ideias e coleto em um caderno tudo o que sugerem. Acho super divertido!
 

GABO: Geraldo, você é uma máquina de escrever hehehe. Passou pelo literário com contos, livros, no roteiro escreveu curtas e longa metragens, séries, institucionais publicitários e peça de teatro. Qual é a sua inspiração para escrever os projetos?
 

GERALDO MEDEIROS: Acredito que meu estímulo está no descontentamento quanto ao mundo que vivemos. Por isso, mergulho na ficção. Procuro pintar a realidade com outras cores.
 

GABO: O antagonista do autor é o bloqueio criativo. Quando ele chega e você precisa concluir um trabalho, o que faz para deletá-lo da sua frente?
 

GERALDO MEDEIROS: Nunca passe por tal infortúnio. Mas cheguei a um impasse no livro Geena. Não conseguia solucionar uma situação delicada. Fiquei impaciente, pensei até em desistir. Um dia, já era alta madrugada, deitei-me exausto, mas agoniado com a situação. Adormeci. Foi quando sonhei com a solução do problema. Acordei num solavanco e corri escrever (escrevo em cadernos. Só depois de pronto passo para o computador). Nunca me senti tão pleno.
 

GABO: Como é o seu processo de criação de uma história? Gosta de ouvir música ou prefere o silêncio? Conversa com algumas pessoas? Tem algum local específico da casa ou outro ambiente que a escrita flui?
 

GERALDO MEDEIROS: Ouço muito as pessoas, a maneira como falam, seus problemas, dilemas, jeito de se expressarem. Anoto tudo que posso. Penso muito. Sonho muito. Procuro questionar tudo o que posso. Quanto ao ambiente, criei um local agradável para escrever. É calmo, mas algumas vezes me retiro a um café perto de casa. Peço o de costume e escrevo. Agora, quando preciso escrever uma cena, ouço uma música. Necessário para evocar sentimentos e transportá-los ao papel. Música provoca efeitos literários fantásticos.


GABO:
Voltando a falar sobre a publicação de um livro, como é a sua relação com seus fãs? Pra você, qual a importância do feedback?
 

GERALDO MEDEIROS: O retorno de um leitor é fundamental, estimulante. Incrível como o escritor é capaz de exercer influência na mente de quem lê. Tive uma experiência interessante com um livro que escrevi cujo título é A descoberta. O pesquisador descobre que um embrião é capaz de se comunicar através de um aparelho específico. A história gira em torno do diálogo entre o embrião que a esposa do pesquisador carrega no ventre e ele. Bem, cerca de um mês depois que o livro foi lançado, leitores começaram a enviar e-mails e cartas exigindo que eu confessasse quanto a veracidade da história. Todos acreditaram que era baseado numa descoberta científica real. Incrível!
 

GABO: A premiação é o reconhecimento do autor diante do trabalho desenvolvido. Como você classifica esse momento?
 

GERALDO MEDEIROS: Talvez eu seja meio piegas agora. Jamais pensei em louros. Meu maior prêmio é conversar com alguém que leu uma obra minha. Isso sim me interessa. O resto é lucro.
 

GABO: Geraldo, como você descobriu o mundo das emissoras virtuais?
 

GERALDO MEDEIROS: Recebi um convite de uma amiga escritora. Foi ela quem me apresentou à Cyber TV. A partir daí foi a chance de me aproximar de leitores que buscam outra forma de entretenimento literário. Uma ideia genial.
 

GABO: Depois de conhecer o Mundo Virtual, alguns trabalhos ganharam vida no universo online. Como surgiu essa oportunidade?
 

GERALDO MEDEIROS: Depois do convite que recebi, enviei um conto, se não me engano foi o Homem que sabia curar. O retorno foi tão legal que novas oportunidades de publicação surgiram.
 

GABO: Teve algum momento que você pensou em desistir do ramo da escrita?
 

GERALDO MEDEIROS: Jamais. A escrita é a minha forma de me terapeutizar. Sem isso enlouqueço.
 

GABO: Quem é Geraldo Medeiros fora do Mundo Virtual?
 

GERALDO MEDEIROS: Metódico, chato, introjetado, misantropo.
 

GABO: Agora vamos para o bate-bola, nosso jogo rápido. Preparado?
 

GERALDO MEDEIROS: Ok
 

BATE-BOLA:
 

ESCRITA: Novos mundos
LIVRO:
Bíblia
CONTOS:
Murilo Rubião
CURTA METRAGEM:
O sino de Altamira
LONGA METRAGEM:
O auto da compadecida
TEATRO:
Mudança de hábito
ROTEIRO:
Cidade de Deus
AGNALDO SILVA:
Sei lá
MUNDO VIRTUAL:
Outra realidade
FRASE:
“O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.” MADRE TERESA DE CALCUTÁ
GERALDO POR GERALDO:
Me, myself and I
 

GABO: Geraldo, fica o espaço para suas considerações finais.
 

GERALDO MEDEIROS: Primeiramente gostaria de agradecer a chance de escrever um pouquinho sobre mim. Gostaria de deixar uma palavra de incentivo a todos os escritores que almejam ser reconhecidos pela arte da escrita: Não desistam. É difícil, sim, mas compensador no final. No mundo como está, sejam aqueles que através das letras trarão alívio, consolo e estímulo para a humanidade prosseguir. Um abraço a todos.
 

GABO: Geraldo, obrigado pela participação no Diário do Autor. O Boletim Virtual chega ao fim da 8ª Temporada. Em maio nos encontramos na estreia da 9ª Temporada. Um ótima semana pra vocês e até lá.

 
     

     


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