Avant Premiere - 1x08


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AVANT PREMIERE
 
 
 


A HISTÓRIA

Após um show, uma famosa banda inglesa de rock, conhecida pelo nome de The British Boys, morre em um trágico desastre de avião. A banda só não contava que ia parar no inferno. E que lá, eles conheceriam Lucy Ferris, a rainha do inferno em pessoa, que cobraria uma dívida pendente: as suas almas, que teriam sidas vendidas em troca de sucesso.

Mas, Lucy acaba por lhes fazer uma proposta, que retirará a maldição trazendo-lhes de volta à vida, entretanto, como uma única condição: de que os rapazes capturem os 666 demônios fugitivos da nona esfera do inferno, e se infiltraram entre os mortais no mundo dos vivos.

Os quatros rapazes recebem habilidades sobre-humanas, e são presenteados com os instrumentos malditos, os quais os auxiliarão na caçada demoníaca. Agora cabe a Damien, Lenny, Scott e Cliff, cumprir a difícil tarefa e salvar suas almas.

PERSONAGENS



DANE DEHAAN (Damien Gray)

Falecimento: 06/06/1966. Certidão de óbito declara a causa da morte: carbonização.

Algumas fãs juram de pés juntos tê-lo visto vagando pelas ruas de Newcastle, cidade natal da Banda, não bastasse a miragem, ainda por cima, completaram dizendo que ouviram-no assobiando a música: The House of the Rising Sun.

Já a imprensa marrom acredita que seja uma jogada de marketing, que os The British Boys alienaram as pessoas, tiveram bons assessores de imprensa, e souberam cativar o público, porque o povo estava inclinado a gostar de quem não segue padrões, e uniram talento e bom marketing a isso.

Damien vocalista e guitarrista da banda, desde 1962. Ele pode não ser o mais bonito da Banda, mas, com certeza é o mais notoriamente inteligente e perspicaz, e responsável pelas estratégias da caçada, o que o torna realmente o cérebro do grupo. Vive a procurar uma forma de livrá-los da maldição e acabar de uma vez por toda com a jornada sem fim. Carrega consigo um ódio mortal por Lucy e lhe jurou vingança.


AARON TAYLOR-JOHNSONS (Lenny Hide)
Falecimento: 06/06/1966. Certidão de óbito declara a causa da morte: decepação e carbonização.

As fãs alegaram o que importava realmente naquela cabeça não era os neurônios e sim, os lindos cabelos. A Rainha Elisabeth II jura ter um fio de cabelo e espera confiante pelo avanço da ciência para fazer um clone do rapaz.

Lenny vocalista e guitarra base da Banda, desde 1962. É um rapaz que tem um cuidado exagerado com aparência, especialmente com os cabelos. Seu ponto fraco: são as garotas. Promíscuo e fanfarrão, muitas vezes se deixa levar pelos encantos das donzelas e sempre coloca o grupo numa enrascada ou estraga um plano por ser antecipado.

 



PAUL DANO (Scott Thorn)

Falecimento: 06/06/1966. Certidão de óbito declara a causa da morte: indeterminada, não se sabe ao certo se estava morto antes de morrer carbonizado ou se morreu carbonizado depois de morto, em razão de grandes quantidades de cigarros consumidas ao longo da vida, ou da morte.

 

Scott baixista da Banda, desde 1963. É um fumante inveterado. Fuma desde os oito anos de idade. Conhecido também na sua juventude como: chaminé humana. É o integrante mais calado do grupo. Apesar dos vícios e das poucas palavras, Scott detém grande poder de observação e de audição apurada. As más línguas dizem que é o preferido de Lucy, por falar o necessário, ou quase nada.

DANIEL RADCLIFFE (Cliff Castevet)
Falecimento: 06/06/1966. Certidão de óbito declara a causa da morte: morreu de medo de morrer e virgem.

Alguns trouxas diziam que o rapaz já era envolvido com bruxaria desde garoto, e já vira o rapaz manipulando uma varinha mágica. Verdade ou não? Mas, certamente eram as baquetas.

Cliff vocalista e Baterista da Banda, desde 1965. Entrou no grupo depois da misteriosa morte de Tom Gray, irmão mais novo de Damien. Tímido e desajeito, Cliff só se mete em confusão. Possui um medo terrível de demônios, e isso faz dele o integrante de menor êxito na caçada. E com inúmeros insucessos, faz com que o rapaz fique mais próximo de transmutar-se um demônio e recebe dois pequenos pares de chifres.

HELEN MIRREN (Lucy Ferris)
Falecimento: Inconclusivo. Pesquisadores atuais afirmam com convicção: que a quedas dos anjos não passam de uma alegoria de um conto de fadas bem contado.

Já, outros historiadores tem a absoluta certeza que Lúcifer é a própria Eva pagando por sua desobediência. Estudiosos religiosos do Vaticano dizem: que Lúcifer assassinou o próprio irmão e depois foi morto pelo próprio filho e condenado ao inferno. Verdade ou não, a única certeza que temos é: que o Diabo é o pai do Rock.

Lucy Ferris, pouca se sabe sobre sua pessoa, a não ser que gosta de chá de garra de diabo e veste prada. Nos tempos de hoje, diz atuar como doutora e cientista mental especializada na recuperação e reabilitação de almas perdidas. Declara que o inferno é um verdadeiro manicômio, e que o dividiu em nove alas, para separar por classe as criaturas demoníacas. Porém, suas intenções não são claras, o que a torna um verdadeiro mistério.

CURIOSIDADES

1. A princípio, o roteiro de The Devil’s Band fora criado para ser uma série em HQ. Mas, o projeto não acabou vingando.

2. Na versão original os membros da banda eram 5.

3. O episódio 1 de The Devil’s Band tem 6 versões totalmente distintas uma da outra, tanto em enredo quanto em personagens.

4. ‎O rascunho de The Devil’s Band foi escrito numa madrugada de terça-feira, ‎4‎ de ‎outubro de ‎2016, com início às 02:51, e ás 07:45 o piloto estava pronto.

5. O rascunho de The Devil’s Band tinha quase 80 páginas e, por questões técnicas, OPEN COLD do piloto, que tinha 16 páginas foi retirado, e ganhou um episódio à parte intitulado: Welcome To The Hell.

6. Cristina Ravela foi convidada para dirigir e reescrever um episódio, entretanto, a autora recusou a oferta em razão do seu profundo envolvi-mento com a série Anti-Herói.

 
     

 

     

ENTREVISTA COM O AUTOR

     
   
 

 

The Devil’s Band é uma série, que bebe da água de muitas fontes, as referências vão desde HQ’s de super-heróis como: Motoqueiro Fantasma, Hell Blazer e Spawn; passando por jogos como: Devil May Cry e Sombras de Mordor; Mangás como: Blue Exorcist; Animes como: Death Note; chegando a series antigas e atuais, do calibre de: Supermáquina e Supernatural. É vasta a listagem de referências. A série faz um bom uso dos easter-eggs e referências descaradas de clássicos do terror.
 

MELQUI: Boa noite Brasil! Está começando mais uma edição do Avant Premiere, eu sou Melqui Rodrigues e hoje temos um convidado especial autor de obras de sucesso como “They” e “Drake” e que agora estará lançando a primeira temporada da série The Devil´s Band. Pode vim pra cá L.F de Oliveira.

L.F. d'Oliveira: Boa noite Melqui, boa noite a todos e muito obrigado pelo convite, é um prazer está de volta à WebTV.

MELQUI: Nós também estamos felizes com a tua presença meu grande amigo. Então L.F, conta pra a gente como é essa experiência de escrever The Devil´s Band?

L.F: Eu costumo dizer que escrever TDB é como ir a um parque de diversões, por ser uma série de acesso fácil ao público, pois, visa atingir todos os gostos e gêneros. Numa conversa fechada com a produtora e autora Cristina Ravela, tornou difícil definir o gênero da série em razão do seu teor slasher, hora trash, outra hora comédia, fora as inúmeras referências, juntos chegamos ao consenso: terror/comédia.

MELQUI: A tua série aborda uma simbologia o tanto polêmica por praticamente se tornar algo bem “infernal” haha. Explique melhor pra a gente sobre isso.

L.F: Eu, de fato não acredito em demônios, mas, como esse estigma está arraigado ancestralmente no imaginário humano, na crendice popular, por que não o usar, e o escolhi como um mecanismo para ilustrar a história. TDB conta nas entrelinhas como vencer nossos próprios demônios e a força de atração de nossos problemas, é uma trama banhada em simbolismos, signos, metáforas e referências, tudo de forma pensada, não há nada dito aos quatro ventos, nem as vírgulas. Fazemos uso da força desse imaginário e refletimos questões dessa crendice.

MELQUI: Percebe-se que realmente você leva bem a sério até para uma história com bastante imaginação né? Gente, sem mais delongas, eu fui visitar juntamente com o L.F, claro! As locações da série The Devil´s Band. Eu falei com o meu chefe que não iria para o inferno kkkkkk, então decidir visitar os lugares onde L.F se inspirou para escrevê-la. Pode rodar as imagens produção.
 

MELQUI: Gente, eu estou novamente aqui na Inglaterra. Eu estou achando que o destino quer que eu realmente pra esse país, porque não é possível haha. E o L.F está aqui comigo, ele vai me falar algumas curiosidades enquanto vamos conhecendo a cidade e os cenários. L.F por que a Inglaterra?

L.F: A Inglaterra foi o berço do nascimento de várias bandas de Rock, assim como os The Beatles, The Hollies, The Animals, e entre outros. E como o Diabo, também, sempre fora visto como o pai do Rock, nada melhor que o nosso quarteto de heróis fosse uma banda, e de Rock. A ideia veio também, do misticismo, de que alguns astros do Rock supostamente teriam vendido às almas ao Coisa Ruim. Espera-se, então, uma trilha forrada de muito rock ’n’ roll dos 60’s.

MELQUI: Olha só gente, teremos muita música dos anos 60 na área. Nós estamos na cidade de NewCastle galera, então L.F, pode me dizer o que te fez escolher esse lugar?

L.F:  É explicito que tanto os The Beatles e tantos os The Animals serviram de espelho para criação da sintética banda The British Boys. Um, trata-se dos trejeitos e características, outro, da localização espacial e nascimento dos rapazes, onde entra a intrínseca cidade de Newcastle, ao norte da Inglaterra, como pano de fundo para desenrolar da trama.

MELQUI: L.F então eu gostaria que você contasse pra a gente um pouco de cada personagem e de como foi a escolha dos atores. Vamos começar pelo Damien Gray.

L.F:  A princípio, fez-se difícil encontrar um ator que ocupasse o lugar de Damien Gray. Como a série antes fora idealizada para ser uma HQ/Mangá, eu queria um ator que coubesse nos moldes do rascunho que eu tinha feito de Damien alguns anos antes. Apesar de o personagem dessa versão possuir traços orientais, tempo depois, decidimos pelo o estilo ocidental de super-heróis.
 

Ao deparar-me com a foto do ator, achei muito semelhante ao meu rascunho. Mesmo, ele não sendo inglês, e ser de nacionalidade americana, não havia outro rosto expressivo para interpretá-lo. Dane tinha a composição perfeita: cabelos e expressão de um cantor de época com certo charme exótico, assim como o impagável John Lennon.

MELQUI: Uau, isso sim é um desafio. Mentalizar o personagem oriental e depois mudá-lo para ocidental.

L.F: Sim, ele era sem dúvidas o líder e vocalista dos The British Boys: rosto sisudo e circunspecto de quem compunha músicas frias e melancólicas, o qual quebrasse o paradigma de quem está à frente tem sempre que estar sorrindo.

MELQUI: Agora conte-nos sobre Lenny Hide.

 

 

L.F:  Lenny, Lenny, Lenny! Ele foi levemente inspirado num personagem chamado Hayate Shou, o Change Griffon da série de super-heróis japoneses Changeman, pasmem, eu disse que a série tinha inúmeras referências. Lenny tem um trato desenfreado com a beleza, principalmente, com os cabelos, o que também agrega a sua personagem a figura mítica de Narciso. O ator Britânico Aaron Taylor-Johnson caiu como uma luva para o papel: bonitão e carismático, que já tinha interpretado John Lennon nas telonas. Sendo o vocal de apoio, ele, muda o ar que sempre o vocalista tem de ser o mais bonitão.

MELQUI: Com certeza um ator muito bem escalado para este papel. E agora nos fale de Scott Thorn e o ator que o interpreta. 

 

L.F:  Paul Dano, outro ator americano. Em vista, dos demais atores, o papel de Scott Thorn achava-se criado e pensado para Paul. Como a personagem dele é calada, ele tinha que invocar características dos três, e nada melhor que ele. Scott encontrava-se fortemente inspirado na lenda do Blues, Robert Johnson, cujo reza a lenda o músico teria vendido a própria alma ao diabo para alcançar êxito na carreira, e era um fumante inveterado. Nessa mescla fumegante, entra George Harrison dos Beatles, fumante convicto e veio a falecer de câncer nos pulmões. Tecer muito comentários em torno de Scott, abriria o jogo e entregaria de bandeja parte da trama. 

MELQUI: Nossa! Muito interessante mesmo. E Cliff Castevet? Por que você escolheu Daniel Radcliffe para este papel?

L.F: Gosto do ator britânico Daniel Radcliffe e do talento dele, os filmes aos quais ele atuou contribuíram, de certa forma, para escolhê-lo para o papel. Mas, na verdade, eu precisava também diminuir esse personagem para que contrastasse com a visão de que o povo tem sobre: o baterista não ser tão importante dentro de uma banda.
 

E a estatura de RadCLIFFe foi primordial, para enxergar o personagem pequeno, mas de grande potencialidade ao decorrer da saga. Uma vez que contraria o molde deturpado, julgo, talvez, de uma pessoa não aparecer porque “não queira ser vista”, e não porque ela não seja importante.  Ele é um elemento de transformação fundamental para as demais personas dentro da trama.

MELQUI: Agora gente vamos visitar alguns sets e o L.F vai nos contar a curiosidade de cada um dos sets. Então corta pra mim produção!

 

QG DA BANDA

MELQUI: E nós estamos aqui no QG da banda, e aí L.F, quais as curiosidades desse lugar? A gente ver que é um quarto de apartamento abandonado , certo?

L.F: Sim, e você pode ver que as paredes estão quase sem cor devido à ação do tempo, é aqui onde a banda se forage e monta suas estratégias de caçada.

MELQUI: Muito legal isso L.F, agora conhecer outro set, então corta pra mim novamente produção!

 

INFERNO BAR & NIGHTCLUB

 MELQUI: Bom, quando eu fui chamado pra fazer a entrevista contigo, eu deixei bem claro que não queria ir ao inferno kkkkkk. Mas acho que a realidade aqui é bem diferente né não?

L.F: Sim, nós criamos o bar de forma que compensasse os esforços dos rapazes depois das caçadas, um lugar onde pudessem tocar e descarregar as tensões num momento de distração e que tivesse relacionado à musicalidade que detinham de algo quando ainda eram humanos.

MELQUI: L.F, nos fale um pouco também do quinto beatle demoníaco Morgan Jekyll. 

L.F: Morgan Jekyll faz alusão ao quinto Beatle, é um título informal utilizado pela imprensa musical internacional e por membros da indústria de variedades para designar pessoas que foram, em algum momento da existência do grupo britânico de rock The Beatles: membros temporários da banda. E o ator Britânico Eddie Redmayne fica a cargo do personagem.

MELQUI: E temos também uma personagem representando o “poder feminino” aí na série que é a Lucy Ferris e para isso vamos falar dela lá no escritório da personagem. Então corta aqui produção.

 

MELQUI: Agora que estamos aqui podemos falar um pouco de Lucy Ferris.

 

L.F: Bom, tem uma frase famosa, acho que é de São Tomás de Aquino, que diz: Diabo, teu nome é mulher! Sobre essa observação foi concebida a personagem Lucy. E soa como uma crítica, de certas crenças, aquele episódio entre Adão e Eva, onde as mulheres foram renegadas pelos templos por serem as “causadoras” da expulsão do paraíso, e foram condenadas a sangrar mensalmente, como numa espécie de maldição.

MELQUI: Nossa, isso é bem pesado né?

L.F: Sim, mas Lucy, veio realmente para mostrar o contrário, apagar essa visão deturpada que se tem da Mulher. A escolhida da vez, foi a atriz Britânica Helen Mirren, com tamanha beleza atemporal e suas madeixas de pratas genuínas para contrastar com o figurino vermelho.

MELQUI: Ela é muito maravilhosa mesmo.

L.F: Os manequins vermelhos de Lucy, que só aparecem quando ele está nos mundos dos mortais, são usados para expressar a visão que temos de Diabo, por ser uma cor que conota o fogo, à guerra, ao perigo e à violência, e simboliza a chama que mantém vivo o desejo, a excitação sexual e representa os sentimentos de paixão. Na incursão de Lucy, foi importante a opinião do Autor Kax Silva, que a definiu como sua CRUSH, e aumentaram-se assim os números de cenas da Diaba (risos).

 

MELQUI: Misericórdia! Kkkk, agora por que o escritório da Lucy é todo branco? Tem algum motivo especial?

L.F: O escritório de Lucy, além do lugar trazer um ar mais contratual ao diabo, em contraponto a visão humana, em vez de vermelho, brincamos com o uso do inteiramente branco, até mesmo, nas vestes da personagem.

         O Branco exprime também ser algo limpo e esterilizado, o início de tudo, quando Deus criou o mundo, seu primeiro comando foi: “Faça-se a luz”, e é daí, creio eu, vir as associações da cor branca com a luz. Em toda as religiões o branco é visto como ressurreição, a remissão dos pecados, talvez, a Lucy já tenha pagado pelo seus.

MELQUI: Tem muitos outros personagens que formam a trama, mas como temos pouco tempo de programa, nós vamos resumir sobre alguns locais onde são retratados, certo?

L.F: Claro, sem problemas.

MELQUI: Corta pra a gente produção!

 

MELQUI: Então gente, estamos aqui na Ponte do Rio Tyne e daqui nós vamos comentar um pouco das outras locações, pois infelizmente eu tenho que voltar pro Brasil pra seguir na edição do programa, então L.F, resume pra a gente um pouco desses locais.

L.F: Muitas tomadas foram feitas na icônica ponte do rio Tyne, remete aos dilemas, às questões, e às dificuldades vividas pelas quais os personagens estão atravessando.

L.F:O hospital Royal Victoria Infirmary tornou-se cenário de uma subtrama envolvente e misteriosa, que nos guia à trama principal.

 

 

L.F: Foi uma cena de grande importância a gravação no parque campestre The Rising Sun, próximo à beira do lago, onde Damien troca confissões com Devilin a respeito da sua condição e da expiação como caçador de demônios.

 

 

 

 

L.F: Há diversas cenas, onde Damien e Lenny, divagam sobre o curso de suas vidas e como elas foram afetadas pela condição ao qual se encontram. Entram questões do tipo: se fama e dinheiro, trazem alguma felicidade. E o fim de tarde no Cais de Bemolt cumpriu com a missão da produção.

 

L.F:  Algumas cenas foram rodadas no badalado Motel One, na rua High Bridge em Upon Tyne. Definem o lado obscuro e sexualmente conotativo de um episódio.

L.F: O The Bridge Tavern é um bar construído sob os alicerces da ponte do Rio Tyne localizado na Av. 7 Akenside Hill. Damien e os rapazes, vivem às voltas de um dono de bar reclamão, e com razão, em vista do quarteto abandonar diversas vezes em meios às apresentações para resolver casos.

 

L.F: Apesar da paisagem alegre e convidativa, uma cena sangrenta foi rodada exatamente no coreto do famoso parque Exhibition. A cena foi reescrita em virtude do teor sexual e altamente apelativo de um episódio.

L.F: A floresta Kielder, em Northumberland, a oeste de Newcastle, serviu de palco sangrento para um dos mais lendários serial killer reavivado como demônio na série.

 

 

NORTHUMBRIA UNIVERSITY

L.F: No Northumbria University decorreu um episódio ao qual trouxesse certa nostalgia e reavivasse as lembranças do quarteto, para aquilo que eles foram e ainda representam para alguns fãs.

L.F:     A fascinante estrutura gótica e a paisagem antiquada de Corbrigde, à oeste de Newcastle, serviram para recontar a história de um soldado Romano, que se tornou demônio. Eis que a...

 

 

L.F: Sitio arqueológico de uma Cidade Romana localizada no vilarejo de Corbrigde, em Northumberland. A efígie das ruinas ao pôr do sol valeram o custo ao desfecho do episódio citado.

MELQUI: Muito obrigado L.F por nos conceder essa visita, aliás essa turnê pelas locações de TDB né? Haha, vamos ao estúdio.

 

                          VOLTA PARA O ESTÚDIO AO VIVO

 

MELQUI: E aqui estamos, muito obrigado mesmo meu amigo por nos conceder essa entrevista.

L.F: Eu é que agradeço Melqui pela oportunidade.

MELQUI: E não se esqueçam galera, dia 2 de Novembro estreia a primeira temporada de The Devil´s Band aqui na Web TV. E o Avant Premiere fica por aqui, tenham todos uma boa noite até a próxima edição!

 
 
     
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apresentação
Melqui Rodrigues

convidado
L.F. d'Oliveira

direção
Gabo Olsen

entretenimento
contatoredewtv@gmail.com


REALIZAÇÃO


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Proibida a cópia ou a reprodução

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Um comentário :

  1. Ansiosa para o lançamento!

    Com certeza essa é uma história autêntica como They e Drak que nunca serão esquecidos por nós fãs e sempre serão referências ao falarmos de L.F.
    Contando os dias para conhecer tudo desta série que promete.
    O que mais me enche os olhos nestas leituras são os significados que o roteirista consegue demonstar em cada cena, fala ou vestimenta dos personagens. Toda a fotografia e repertorio escolhidos sabendo exatamente o que se deseja transmitir ao público.
    L.F como sempre inovador, escritor que sabe como prender a nossa atenção.

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