Boletim Virtual - Edição 75


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NA EDIÇÃO DE HOJE DO BOLETIM VIRTUAL:

     
 

- Após uma passagem pelo Recanto das Letras, Hugo Martins marca sua estreia no mundo das emissoras virtuais, no quadro Reportagem da Semana. Você vai conhecer a trajetória do autor até chegar no Boletim Virtual e ainda, ele vai falar tudo sobre a nova minissérie da WebTV: "As Mulheres da Minha Vida".
- Eu tenho várias inspirações para a minha carreira.  O Walcyr Carrasco é um deles,
diz Failon Teixeira no Diário do Autor
- As primeiras impressões sobre Eu, Kadu. A promissora série da Cyber, no Visão Crítica com Kax Silva
- A verdade por trás do ataque a Web Mundi! As grandes estreias na Cyber Séries. E nessa Copa pra quem você vai torcer em Anti-Herói? Pro Brasil ou pra Rússia? Giro Virtual, com Cristina Ravela.

 
     

 

     
     
     

BOLETIM VIRTUAL - EDIÇÃO 75
(DOMINGO, 17 DE JUNHO DE 2018)

 
 

REPORTAGEM DA SEMANA: CONHECENDO O MUNDO VIRTUAL - POR HUGO MARTINS

     
 

HUGO MARTINS: Olá pessoal, tudo bem com vocês? Eu tô bem sim, tirando o batidão que meu vizinho ta tocando aqui do lado, e meu cérebro tremendo de cinco em cinco segundos, tá tudo de boas. Nada contra batidão, eu só queria que ele não estrompasse meu juízo né! Mas, vamos adiante!

Eu recebi do meu amigo Gabo essa árdua missão de falar um pouco sobre mim, minha vida com a escrita e o que eu tô achando do Mundo Virtual, lembrando que eu só vou fazer um mês de MV, então ainda sou calouro. Por que árdua missão? Porque eu não sou daqueles que conseguem destrinchar a sua vida, desde o momento que saiu do útero, até a última dedada na tecla enter pra finalizar o depoimento. Eu acho mais fácil criticar uma obra, falar do clima, do que mergulhar em si, e revelar a pessoinha que existe dentro. Mas, como disse pro Gabo vou ser honesto sobre o que me ocorreu na vida e na escrita.

A PAIXÃO PELA LEITURA

Eu sou baiano, nasci em uma ilha. Tá achando que eu tô viajando né? Mas, é verdade! Nasci em uma cidade ensolarada, sem pichações (odeio pichações), turística e paradisíaca chamada Paulo Afonso (Há nove anos moro em Fortaleza-CE). Se você assistiu os últimos capítulos da novela “Senhora do Destino”, certamente conhece minha cidade. Sabe aquela ponte onde a Nazaré Tedesco caiu no rio? Pois é! Ali é Paulo Afonso, um lugar incrível. Por que eu tô falando isso? Porque quem nasce em uma ilha, é o quê? Ilhado, isso mesmo. Assim era eu, um completo alienígena na sociedade. Meus amigos eram meus primos (graças a Deus, são os melhores primos do mundo), até os meus 11 anos eu vivia isolado com meu primo em uma bela biblioteca pública. A bibliotecária, Cecília, era minha segunda mãe. E, assim, eu passava as minhas tardes, mergulhado em literatura. Eu gostava muito das histórias infanto-juvenis da editora Vagalume. Quem nunca leu Vagalume né! Lembro que o primeiro livro que li foi “O outro lado da Ilha” do Jose Maviael Monteiro, depois desse vieram vários, como Pollyana, O menino de ouro, O mistério dos cinco estrelas, e por ai vai. A lista é grande. Então, através dos livros, eu pude sair de uma ilha isolada e ganhar o mundo.

Mas, tem algo que eu quero compartilhar sobre essa fase, e que é de extrema importância para a fase que estou vivendo hoje. Cada página, cada personagem que eu descobria e cada história finalizada, sempre me dava a mesma sensação, a mesma ideia pairava sobre a minha cabeça como uma andorinha querendo fazer ninho. E, qual era a ideia? Eu pensava comigo: “um dia eu ainda quero escrever e publicar um livro”. Estava fixada a ideia. E, toda vez que lia e terminava uma obra, eu pensava a mesma coisa “um dia ainda faço o meu”. Naquela época, a ideia estava em Tóquio quando pensava nela. Agora, ela está mais próxima, talvez na Europa, em alguma cidade da França. A diferença, é que agora com a tecnologia, a gente faz umas videoconferências e a ideia de ser escritor parece mais próxima. Porém, ainda existe um árduo e longo caminho. Mas, sinto que está mais perto do que longe.

Depois dessa fase, continuei lendo muito e descobri um dom. Algo que hoje eu vejo como um certo prenuncio do que estou fazendo hoje. Eu lembro que eu sentava à noite, na calçada de casa, com alguns coleguinhas (a maioria primos) e eu começava a contar histórias, geralmente eram de terror. Aquilo pra mim era uma bobagem, até que certa vez pela manhã o meu primo chegou assustado e disse: “Hugo, ontem eu tive um pesadelo! Tudo por causa da tua história. Eu sonhei que estava na cama, e uma mulher de preto se aproximava da porta do meu quarto. Estava tudo escuro, mas, eu conseguia ver os olhos vermelhos dela olhando pra mim embaixo da coberta. Ela esticava uma mão negra e ressecada e o seu hálito frio e podre arrepiava os cabelos da minha nuca. Eu fui ficando com medo, ela era horrível e tinha um aspecto demoníaco. Até que eu comecei a gritar, mas a minha boca parecia amordaçada, minha garganta sufocava e parecia prensada, e o meu corpo tremia com a aproximação da bruxa”. Foi depois desse dia que eu percebi que podia criar algo que fosse palpável. A mágica só estava começando.
 

AS PRIMEIRAS HISTÓRIAS


Lembro que comecei a criar algumas historinhas no caderno, poemas, músicas e descobri que era um artista. Então hoje vai um conselho pra quem tá nessa vida da escrita. Você é um artista! Nunca deixe ninguém tripudiar da sua arte. Como assim Hugo? Eu vou discutir com as pessoas por causa da opinião contrária delas? Não amigo e amiga escritor! Só não deixe que a voz dela chegue ao jardim. “Hugo você tá piorando, eu não tô entendendo nada!”. Resumindo: Não deixe que as flechas envenenadas cheguem à tua alma. Como escritor você tem uma história única pra contar. Talvez você não seja um Machado de Assis, mas você pode contar essa história e aprender a contá-la da melhor forma possível, usando as melhores ferramentas da escrita. Então, você quer investir? Escrever é bom! Mas, pra continuar e fazer bonito tem um preço a ser pago. Você está disposto?

Lembro que escrevia na escola com dois amigos. Nós pegávamos um papel e ficávamos passando de um para o outro. Eu começava a história, o Rodrigo continuava e o Marcos terminava. Era hilário! Acho hilária a palavra hilária! Tô usando constantemente. Que hilário! E, assim eu continuei escrevendo sem nunca publicar nada.
 

RECANTO DAS LETRAS


Mas, em 2012 me inscrevi no Recanto das Letras e tudo que tinha “escrivinhado” eu publiquei lá. No começo eram poemas, poesias (ainda não sei qual a diferença entre poemas e poesias, eu tenho esses tiltes. E outro defeito mental, eu não consigo fixar a regra dos porquês. Então se você notar que estou usando os porquês de forma incorreta, eu vou logo assumindo o meu problema mental. Eu só sei usar um porque, que é o junto e sem acento. Ele é pra explicar algo. Pronto, eu só consigo lembrar isso, o resto eu erro todas as vezes). Voltando, eu só postava poesia, mensagens entre outros. Os roteiros começaram em 2016. Eu sempre tive vontade de fazer algo que um dia pudesse ser filmado. Mas, eu achava que fazer roteiro era como ir pra Nasa - uma coisa Impossível!

Então, porque não contar com a ajuda dos livros? Comecei a ler sobre roteiro. O primeiro foi “Manual do Roteiro” de Syd Field, recomendo. E, depois li o livro que transformou a minha vida. Sem hipocrisia, eu juro que depois que li esse livro, eu comecei a enxergar a vida diferente. Algo aconteceu dentro de mim. Parece que uma cortina de fumaça se dissipou diante dos meus olhos. Um milagre aconteceu quando eu li “Story - Substância, Estrutura, Estilo e os Princípios da Escrita de Roteiro” de Robert McKee. Esse cara é simplesmente, o oráculo, o guru, o grande mestre supremo a pizza das galáxias do cinema. Ele é autoridade máxima em criação de roteiros excelentes. Sherck, Procurando Nemo, O Rei Leão entre outros grandes sucessos. Então eu tive uma experiência transcendental quando li o McKee e já não podia esconder minhas histórias. Eu precisava publicar.
Minha primeira aventura publicada no Recanto foi uma história louca de um policial amargurado. Era boa a história? Não sei, eu sei que pra mim, era a melhor aventura do mundo. Eu me divertia e sentia prazer escrevendo aquilo. Eu tinha finalmente me encontrado.

Mas, como você escreveu uma coisa sem saber se era bom na escrita? Eu realmente tinha esse medo. Na verdade até hoje eu tenho, em doses bem menores, é claro. Mas, eu ouvi não sei aonde que pra começar você deveria escrever pra você. Se você gostasse do que estava escrevendo, nada mais importava. Eu acho que no final do conselho o cara explicava que isso era só o empurrão pra começar, mas depois você teria que aprimorar o negócio. E, foi isso que eu fiz. Esqueci do mundo e comecei a fazer uma história que eu gostava. Depois eu bloqueie no meio do caminho. Mas, eu já tinha começado, então, eu abri o livro do McKee e não só terminei a história, eu terminei uma fase na vida pra começar uma nova.
Eu sempre tive umas paradas meio loucas na cabeça. E, uma delas, era que eu era dono de uma emissora e nessa emissora passava várias novelas, série e filmes. O nome da emissora era TVHUGO (que vergonha). Até um dia desses eu tinha esses estranhamentos na mente. Mas, parece que eu fiquei curado né?! Não! Daí aparece o Gabo e me apresenta o Mundo Virtual e suas emissoras. O MV era tudo o que eu ficava sonhando. Emissora que tem novelas e várias histórias. Eu fiquei deslumbrado. Extasiado! - Deixa eu pensar em mais algum adjetivo do tipo – Maravilhado! – esse é bom! Eu fiquei maravilhado!
 

CONHECENDO O MUNDO VIRTUAL


Eu conheci o Gabo através de uma divulgação da sua novela Estações da Vida. Ele postou alguns capítulos no Recanto e eu comecei a acompanhar a trama. Achei interessante a estrutura da WebTv, as obras no ar e os programas de auditório.

Conhecer o Gabo, sem hipocrisia foi um divisor de águas para a minha entrada no MV. Sou grato por ter sido apresentado a esse mundo tão interativo.

Li o último episódio da novela “Escolhas da Vida” e comecei a acompanhar a novela do Gabo, “Estações da Vida”. Lá tem uma personagem chamada Paula que é muito chata e eu lembro de falar com o Gabo de que ela era muito chata, e ele disse “que bom, essa era a intenção”, fiquei mais uma vez encantado com a possibilidade de criar empatia e até antipatia através da escrita, isso realmente é incrível.

Pulei e dei uma olhada no Megapro e admirei todo o desenho do site que na minha opinião é um dos mais modernos. Me divirto com os programas deles e com os comentários sobre o MV, o João Carvalho e o Vitor Abou são afiados demais. Eles comandam o Hello e tem o outro programa que pra mim já é referencia no MV, que é o Miau.

Não podia deixar de falar de referência e esquecer o BlogdaZih, que se mostrou um espaço ideal pra se falar sobre as obras de forma divertida e ao mesmo tempo com uma visão profissional da coisa.

E, terminei no Cyberseries, um site que me encantou com as variedades das obras e contos e séries. Minha série vai estrear pela Cyber, mas confesso que não acreditava que pudesse estar entre os autores, porque tinha muita gente boa lá, e quem era eu? Mas, eles aceitaram minha sinopse e agora eu to participando do MV, com Incognoscível. Tô com frio na barriga, com medo de ser rejeitado. Mas, eu vou continuar. Um dia eu consigo que minha sinopse seja aprovada na Globo, só de raiva!
Na Cyber eu to acompanhando a novela “O Leão”, tem uma vilã que faz cada coisa que o Cão fica de boca aberta.
Enfim, é isso! Eu acho que falei muita besteira. Minha esposa diz que eu sou sem noção! Eu recebo isso como um elogio, porque pra criar mundos e personagens críveis você tem que ser um pouco sem noção.
 

FORA DO MV


Fora do MV, eu sou estagiário do Tribunal Regional do Trabalho em Fortaleza. Sou estudante de direito. Sou líder do Grupo de louvor na igreja em que frequento. Sou cristão. Amo minha família, amo cuscuz com ovo, amo café e amo ajudar as pessoas. Casado há 8 meses com Angélica, uma mulher que eu amo demais. E meu sonho é lançar um livro de ficção e ser pai.

 
     

 

     

REPORTAGEM DA SEMANA: CONHEÇA A MINISSÉRIE "AS MULHERES DA MINHA VIDA" - POR HUGO MARTINS

     
 

HUGO MARTINS: Uma boa história é feita de amores e conflitos. E, você pode esperar muito conflito e muito amor com “As mulheres da minha vida”.
 
Em 2012 João Emanuel Carneiro apresentou ao Brasil, através da novela Avenida Brasil, um relacionamento recheado de amores e confusões. Cadinho (Alexandre Borges) distribuía seu amor entre Verônica (Débora Bloch), Noêmia (Camila Morgado) e Alexia (Carolina Ferraz). Um romance assim com certeza é prato cheio pra confusão e muita comédia.
 

É nesse ritmo que no dia 13 julho, Everton Brito estreia nas telinhas da WebTV uma história envolvente, divertida e com muito amor à vista.

Ao invés de Cadinho nós veremos Otávio (Wagner Santisteban), um homem certamente sedutor e cheio da grana que sabe passear pelas ruas do Rio encontrando cada uma de suas amantes.

Assim como as personagens, os locais também contam a história. No Leblon, bairro nobre da cidade maravilhosa, encontraremos Vanessa Robson (Ingrid Guimaraes) – olha só o nome me faz rir, imagina ver a Ingrid nesse papel! – uma mulher rica e refinada, porém com altos e baixos. Com Vanessa não tem meio termo, ou o dia é muito ensolarado ou totalmente nublado.

Na Zona Norte, classe média, encontraremos com a mulher que pretende ser santa, mas casou com um diabinho. Encontraremos com Neide Silva (Bianca Comparato) – já imagino a Bianca de saia comprida, cabelo preso em coque e fala mansa, mal sabe que vai ter que engrossar o tom quando souber quem o esposo é.

E por fim, iremos bater de frente com a barraquenta da Kelly Maria, interpretada pela Roberta Rodrigues – você consegue ouvir ela chegando de longe mascando chiclete e usando perfume sabor melancia – Tô brincando, não sei que tipo de perfume ela usa, mas, vai ter que mascar chiclete, é pra identificar.

Já imaginou três mundos tão distintos se cruzando e entrando em colisão. Tá armada a terceira guerra mundial da WebTV. Um texto que promete muito drama, comédia e paixão.

Um vilão memorável (Ado Lambertini, interpretado por George Sauma), promete abalar as estruturas desse romance a quatro. Pois o Aldo é afim do nosso protagonista Otávio.

E a trama ainda conta no elenco com Reynaldo Gianecchini e Thiago Lacerda.

É correr para ver o circo pegar fogo com “As mulheres da minha vida”, em julho na WebTV.

 
     

 

 

VISÃO CRÍTICA: PRIMEIRAS IMPRESSÕES SOBRE EU, KADU. A PROMISSORA SÉRIE DA CYBER - POR KAX SILVA

     
 

KAX SILVA: Olá pessoal! Tudo bem? Eu sou o Kax e estamos aqui para mais uma resenha, povo meu. No Visão Crítica de hoje irei resenhar sobre uma web série da Cyber que está dando o que falar: Eu, Kadu. A autoria é de Francisco Siqueira, o mesmo de Um Homem Singular. Bem, vamos lá!

Antes de começar a ler a série, eu pensava “é... pode ser uma boa história”. A divulgação pré-estreia estava ótima, os personagens apresentados com clareza, banners super lindos (como de praxe na Cyber Series). Confesso minha expectativa para a leitura da “aventura romântica de Kadu”, se assim posso chamar.

A estreia veio junto com um texto literário. Tive que tomar um cuidado mais redobrado nos quesitos avaliativos que uso como referência, afinal, esse tipo de escrita (quando para, na maioria das vezes, plataforma digital) é bem eclética e sincrética. Digo isso por já ter me deparado com narrativas que mesclavam com elementos de roteiro, e mesmo assim eram considerados literários.

O visual de postagem parece uma folha de caderno com linhas opacas ao fundo, nada que atrapalhe a leitura. As letras são de uma fonte tipográfica simpática, não senti dificuldades e nem ardência nos olhos em lê. E por incrível que pareça o negrito desta vez não pesou, pelo contrário, ajudou. Gifs e imagens acho que são recursos visuais que podem orientar o leitor na imaginação. É muito relativo, tem quem goste, e quem não.

Chega de enrolação e vamos ao que interessa. A trama gira em torno de Kadu, um personagem super fofo e carismático (pelo menos pra mim, é). Ele é homossexual, enrustido. Ele bem que queria esconder isso da sociedade e principalmente da sua família super preconceituosa (a típica família tradicional brasileira). De uma família rica onde a mãe é uma socialite carioca e o pai é um cardiologista renomado e dono de uma rede de clínicas, ele teria tudo o que quer? Bem, pelo menos no que diz respeito aos sentimentos, não mesmo! Isso porque uma paixão inesperada surge pelo seu amigo, Matheus, que para a sua infelicidade está de olho nas meninas.

O primeiro capítulo é marcado pela apresentação dos personagens em uma narrativa em primeira pessoa contada pelo protagonista. Deixo explícito minha reação ao ler pela primeira vez a história: “Que texto ma-ra-vi-lho-so!”. Não esperava por isso tudo. A forma de contar te faz adentrar nos profundos sentimentos de Kadu. Quase me apaixonei pelo Matheus também kkkk (parei porque essa é uma resenha séria).

No geral, ainda é um pouco cedo para falar sobre a série no que diz respeito ao conteúdo. Por isso me prendi a técnica e a estética. Brevemente voltarei aqui para uma nova resenha sobre a história. Porém... até agora tem me agradado bastante, nota é 10!

Não sei porque me chamaram para o Visão Crítica, eu sou um crítico muito bonzinho kk. Mas, se dou essa nota é por puro mérito do autor. Nós ficamos por aqui pessoal, até a próxima!

 
     

 

     

GIRO VIRTUAL: FIQUE POR DENTRO DAS ÚLTIMAS NOTÍCIAS - por CRISTINA RAVELA

     
 

CRISTINA RAVELA: Olá, minha gente linda desse MV! Sou eu, Cristina Ravela, mais uma vez pra você aturar. O que será que rolou por esses dias, hen? Babados, estreias e audiência a mil. Bora?
 

FIM DE TEMPORADA - Depois de 8 longos meses eis que a série Anti-Herói chegou ao fim da 1ª temporada antes da Copa. Perseguição, acidente, assassinatos, guerra do tráfico e uma oferta ao Nilo marcaram o último episódio.


 

Vai torcer pra quem nessa copa?

Moni "brasileiríssima" Vasco ou Vinnie "russo" Ludwig?


O Pai Sagrado foi o primeiro a comentar, lembrando da igreja do pastor Josué (Caco Ciocler) lá da série Raíza. Isso porque o último episódio de Anti-Herói contou com uma propaganda do Show da Fé virtual em Valquíria, o morro mais conhecido do MV. Fico feliz por finalizar mais um trabalho, e mais ainda pelo feedback. Moni Vasco e Valquíria, ícones da minha vida. A série deve retornar em 2019.
 

FAKE? - Há alguns dias pipocaram pela rede notícias sobre contratação, cancelamento e fim da emissora Megapro. Na verdade, tudo não passava de merchan para a minissérie Perfil Fake, de Rynaldo Nascimento. A propaganda foi boa, visto que a ideia era convencer as pessoas de que eram notícias verdadeiras, mas não disfarçaram as evidências de que eram fake news. As evidências estão aqui.

 


 

Perfil Fake vai abordar os abusos sexuais, inclusive pela rede social, além de tratar as falsas políticas sociais no Brasil. Está marcado para estrear ainda este mês. Ou seja, num grito, vem o merchan, no berro seguinte, a estreia.
 

ABUSOS EM ALTO MAR - Você deve ter pensado que a WebTV ia exibir uma versão virtual de Roberto Carlos em seu cruzeiro, né? Não. O investimento da emissora não chegou ao patamar da Webmundi, que até entrevista com o presidente da Rússia eles conseguiram para o Show da Fé.


 


 

Na verdade, trata-se da série SEAS, de Rafael Oliveira, exibida originalmente pela falecida UP, em 2016. A série narra a angustiante história de Lívia (Maria Flor), uma garota obrigada a se prostituir no maior navio do mundo, EMPIRE, da Companhia de cruzeiros, Seas.


 


 

As coisas mudam quando Regina (Adriana Esteves) embarca nesse inferno com o maridão, tendo o objetivo de salvar seu casamento. A ex-Carminha e atual Laureta descobre o esquema de prostituição comandado por Orlando (Enrique Díaz) e fica entre a cruz e a espada, se deve ajudar as meninas ou escapar. Seas vai atracar a partir de julho, não perca esse embarque!
 

ATAQUE A WEBMUNDI - Essa semana a Webmundi foi "desmascarada" ao vivo e a cores pelo blog do tal Paulinho Perigoso. Vários prints rolaram a tela revelando que a emissora do Show da Fé Virtual chegou a ser hackeada na época da TV Manchete por um dos colaboradores, atual presidente da Megapro. Até aí tudo bem.


 


 

O que realmente importava para o blog do Paulinho e para quem curtiu é que a Webmundi revelou ter desejado o fim da TVN por ter sido destratado, e que chamou o grupo do BDZ de "ninho de cobras". O que é a possibilidade de um hackeamento perto disso, minha gente? Nada, claro.
 

TODOS pareciam esperar pela expulsão da Webmundi do grupo, e devem ter se perguntado "o que deu errado". Gente, expulsão é algo grave. Não saio expulsando a torto e à direita não. Tem que fazer por merecer.
 


 


 

ESTREIAS DERRUBAM EMISSORA - Nos últimos dias, a Cyber Series estreou algumas produções que deram "dor de cabeça" ao presidente. Segue abaixo as estreias:

  • Livre para Amar, de Jacob Oliveira - Um romance conturbado em Riacho da Paraíba movimenta a cidade nessa novela rural, típica de novela das seis, apesar de ser exibida às 19h, verdade. Felícia (Mariana Ximenes) e Heitor (Carlo Porto) se apaixonam, mas precisam enfrentar a fúria da mãe dele e de Dalila (Taís Araújo). Confere lá!
     


 

  • Relatos de Ying Solo, de Andrea Bertoldo - Fanfic de Star Wars, a série leva o leitor para os eventos 10 anos depois de Episódio VI - O Retorno de Jedi. Ying Solo é uma aprendiz (chamada de padawan), muito rebelde, mas bastante poderosa, que passa a ser seguida por Lady Venom e seus caçadores de recompensa. A série terá 10 capítulos, portanto, se você é fã de Star Wars, cai dentro, se não, cai dentro mesmo assim.
     

 

  • A Dama Negra (2ª temporada), de Isa Miranda - A série que conta a história de amor entre uma vampira e um ex-padre que a perseguia, ganhou nova temporada. Dessa vez, Lya (Amanda Seyfreid) e Giani (Henry Cavill) terão que enfrentar as criaturas bestiais na noite de Nova York. A temporada terá 20 episódios, que tal iniciar a leitura agora mesmo?
     

 

  • Eu, Kadu, de Francisco Siqueira - A série tá tão conhecida, que é impossível ver Thimotée Chamalet e não lembrar de seu personagem. Eu, Kadu narra a história do personagem-título que tenta ser um gay enrustido, até conhecer Matheus, um carinha tudo de bom, se não fosse um porém: é hétero. Agora, o jovem de 17 anos começa a questionar suas próprias convicções, enquanto vive um turbilhão de emoções. Já tá no 4º episódio.

 


 

Eu não tenho certeza (não pesquisei nem apurei), mas parece que o site saiu do ar por alguns minutos. Autores foram para a porta do estúdio e e-xi-gi-ram a presença de Well Vianna. Tudo terminou bem (minha equipe frustradíssima, esperando altas tretas, mas ok), o site voltou a funcionar totalmente repaginado. 
 

FALANDO EM CYBER - Estreia, neste domingo, a série Incognoscível, de Hugo Martins. O autor descoberto por Gabo Olsen vai contar uma trama repleta de mistério e terror, e segundo as palavras da atriz January Jones, que viverá Jade, a série é explosiva, visceral, angustiante, dolorosa e cheia de sangue. Quer mais? Domingo tem.


 

 

HARRY POTTER SE CONVERTE - Essa é pra glorificar de pé, amigos e amigas! Harry Potter fez confissões ao Pai Sagrado sobre o seu passado nada mágico em que usava drogas. Imagens, equipe, imagens!

 


 

O Show da Fé acabou com a sua infância, eu sei, mas pelo menos há uma vantagem nisso tudo: ninguém mais será enganado enquanto o Pai Sagrado estiver presente. O programa da WebMundi estreia neste domingo para abençoar o primeiro dia do jogo do Brasil na Copa.


AUTOR MISTERIOSO DESCOBERTO
 - Lembra que na
 edição passada eu disse que um autor misterioso, envolvido com literário e ex-TVN, entrou para o casting da WebTV? Pois bem, era o Everton Brito.


 


 

Depois de receber mais "não" que você, para o professor arrendondar sua nota para 10, Brito vai estrear no canal com a minissérie As Mulheres da Minha Vida. Comédia e romance que você passa a conhecer melhor na próxima edição do Misturama.
 

MV EM FOCO -  Depois de todo o relato de Hugo Martins, lembrei de quando comecei há 10 mil anos atrás nesse MV. Gabo chegou na frente, capinou os mato tudo e ergueu a antiga Rede Informação (atual WebTV).


 


 

Eu também tentei criar uma emissora, como o nosso nobre amigo Hugo, mas ficou uma bosta. De lá pra cá, tantos autores, cancelamentos, novas emissoras, tretas...autores que saíram, outros evoluíram e estão aí, mais outros vieram. Formas de divulgar, de interagir, de fazer merchan. O TMV mudou as regras, novas premiações surgiram.
 

Agora, quando a gente disser "antigamente...", "naquela época", que não seja para ficar limitado ao passado. Adiante, MV!

 

O Giro Virtual termina aqui, mas não se preocupe, não fique triste; eu voltarei!

 
     

 

 

EU TENHO VÁRIAS INSPIRAÇÕES PARA A MINHA CARREIRA. O WALCYR CARRASCO É UM DELES, diz FAILON TEIXEIRA

     
 

Ele começou no mundo virtual em 2016, no Séries de Web. A novela Paraione marcou a estreia de Failon Teixeira. O autor aceitou o convite de Everton Brito para ser colaborador na obra Pobre Chique. Em 2018, conheceu a Web Mundi e um novo desafio surgiu com a apresentação do programa Mundo Web, projeto que falava sobre novelas e noticias da TV. Para Failon escrever é um ato de expressar seus sentimentos, emoções, ações, fatos. Criar uma história é muito divertido. Failon Teixeira, seja bem-vindo ao Diário do Autor.
 

FAILON TEIXEIRA: Alô, Galera! Boa Noite!! Todos bem? Eu espero que sim. Eu trouxe pastéis para todo mundo. Tem de queijo, de vento, que a Cristina ama. É uma honra para mim, ser um dos convidados do Diário do Autor. Prometo revelar tudo. Ou apenas o necessário (Risos). Então vamos lá. Todos já estão apresentados e já me conhecem. Sou Failon Teixiera, e estou no Diário do Autor, com o Gabo Olsen.

GABO: Failon, para começarmos nossa conversa, vamos falar sobre pontos positivos e negativos. O que te agrada e desagrada no MV?

FAILON TEIXEIRA: Bom, eu gosto muito do Mundo Virtual. Tenho paixão mesmo (Risos) quase tudo me agrada. O MV é um espaço muito aberto para todos os autores. Há alguns aspectos que me agradam como os sites, acho todos legais. As webs novelas, séries e mini, claro. A forma como cada autor escreve, acho que têm mais coisas, mas eu prefiro falar destas. Bom, e o que mais me desagrada são os sites em que fazem bullying com os outros sites e autores, pessoas que criticam o MV e autores que querem ser o dono do mundo. (Risos) Isso é tudo, Gabo. Posso ter esquecido algo, mas vai ser esses que citei.

GABO: Agora vamos voltar um pouco no tempo e falar sobre o início de tudo. Com que idade você descobriu a paixão pela leitura? Quando surgiu a primeira história?

FAILON TEIXEIRA: Bom, na minha infância eu tive muito tempo para a leitura. Eu criava várias histórias na minha mente. Eu sempre tive livros em casa, e sempre fui ativo com projetos sobre leitura. Com 12 anos, na escola, eu escrevi minha primeira história. Era um conto de terror com o título: O sumiço de Carolina", uma história de uma jovem que se perdia em uma caverna cheia de monstros e seres de outro planeta. Depois vieram outras histórias.

GABO: Da escrita para o mundo virtual. Como você descobriu o fantasioso mundo das histórias digitais?

FAILON TEIXEIRA: Foi tudo por acaso. Eu pesquisava em sites de novelas e fofocas, e por uma certa vez, eu vi o seguinte anúncio " Um certo alguém", web novela de Luana Rocha. Eu resolvi olhar o anúncio e me deparei com uma coisa que eu estava acabando de descobrir. Eram as webs novelas e o MV. Me encantei de primeira vista e comecei a me aprofundar melhor no assunto.

GABO: Ela é temida por algumas pessoas. Qual a sua opinião sobre as críticas? Como você reage quando você é o alvo?

FAILON TEIXEIRA: As críticas são como um bicho de sete cabeças para muitos autores, eu no meu início temia. (Risos). Mas elas são importante para os autores com suas obras. Elas são construtivas e ajudam o autor a melhorar em alguns aspectos, sem ofender ao próximo. Eu fico meio surpreso, mas logo eu acabo aceitando. (Risos). Eu já fui muito criticado no meu início e agora sou um pouco menos. Eu já não me irrito mais, eu confesso, que antes eu ficava, hoje eu reajo bem a ela e vejo que é para ajudar na minha construção como autor.

GABO: Quais são suas fontes de inspiração? Segue algum ritual na hora do bloqueio criativo?

FAILON TEIXEIRA: Eu tenho várias inspirações para a minha carreira. O Walcyr Carrasco é um deles. Um autor de novelas, excelente. Li muitos de seus livros. Eu tenho ele como uma inspiração para mim. Também tem outros, Monteiro Lobato, Pedro Bandeira, Ana Maria Machado. Sim, eu sempre costumo ler uma história. Não costumo ter nenhum ritual. Eu procuro me concentrar para ler uma história e tentar abrir a mente.

GABO: No mv, as obras no formato roteiro sempre tiveram espaço garantido. Não são todas as emissoras que investem nas tramas literárias. O que você acha do segmento?

FAILON TEIXEIRA: Acho uma falta da própria emissora. A forma do literário é bem explicativa e tende prender o leitor. E é raro se ter autores que escrevem literário. Porque a maioria prefere a roteiro, a popular. Mas o segmento é legal e deixa a história mais leve.

GABO: Além da escrita você teve uma experiência como apresentador no programa Mundo Web. Como foi o desafio?

FAILON TEIXEIRA: Foi desafiador. Eu nunca tinha feito nada do tipo. Quando o programa teve a primeira edição no ar, eu tive crise de pânico. Não sabia como eu tinha me saído. Mas eu fui me deixando levar pelo programa. Que tinha como diretor o nosso querido Lucas Silva, o Kax. O programa era sobre as novelas e as notícias da TV.

GABO: Devido a baixa audiência, o programa Mundo Web saiu do ar antes do previsto, durando somente um mês. O que você acredita que tenha ocasionado na falta de interesse do público?

FAILON TEIXEIRA: Vários fatores. As notícias sobre as novelas, muita gente me criticava por falta de ideias originais. Em que eu mesmo criasse. E pelo o programa ser sério e alguns preferem os programas humorísticos.

GABO: No entretenimento, você acredita que assuntos relacionados ao mundo virtual despertem mais atenção do público do que notícias ao mundo e a TV?

FAILON TEIXEIRA: Sim, Gabo! As notícias do MV despertam interesse do público ao MV. Sobre os autores, todos gostam de saber sobre alguma treta (Risos) Alguma nova web, Até mesmo sobre o próprio autor. E as notícias do mundo e TV, são voltadas para o público que gosta de vê TV e que goste de notícias do mundo em si, fofocas, políticas, economia, jornais entre outros. E o MV é um espaço onde todos possam estar ligados de alguma forma. E faz o público focar sua atenção para os seus assuntos.

GABO: Você pretende retornar um dia ao entretenimento? O que você acha do segmento?

FAILON TEIXEIRA: Sim. Eu gostei muito da experiência é bom às vezes você sair um pouco da sua rotina . Experiências que servem para construir a identidade do autor. É bom fazer entretenimento, ele é essencial para todas as emissoras de webs. Um debate, um game show e uma entrevista, são importantes para o MV. As pessoas se divertem e ficam leves (Risos ) e saem da rotina pesada como é a de um autor.

GABO: Você recebeu um convite de Everton Brito para trabalhar em parceria na novela "Pobre Chique". Como foi essa experiência? Qual a sua opinião sobre dois autores trabalharem juntos em um projeto?

FAILON TEIXEIRA:
Foi uma experiência ótima, Gabo. O Everton como autor é excelente. E pessoa também. Ele além de me chamar para colaborar com ele, me ajuda em diversas coisas. Nós começamos a trabalhar Pobre Chique, em 2017, ano em que a trama foi exibida pela AATV, mas foi cancelada no décimo terceiro capitulo. E este ano, podemos trazer ela de volta para a Web Mundi, onde eu terminei de escrever os capítulos finais da trama e fiz até uma participação especial. E dois AUTORES, uma dupla, trabalhando em um projeto, é algo inovador e diferente. Porque os autores são acostumados a trabalhar sozinhos e sem colaboradores. E quando dois autores decidem iniciar uma web novela juntos, eles têm que ter uma interação muito grande. Aliás, ter uma boa conivência e um diálogo. A web só vai para frente, se os dois se empenharem bastante. Duas cabeças pensam mais que uma só. Essa é minha opinião sobre o assunto.

GABO: Quem é Failon fora do mundo virtual?

FAILON TEIXEIRA: Um jovem normal (Risos) que gosta de uma simplicidade. Legal, inteligente, meio tímido, nerd, uma pessoa boa. E que leva uma vida simples, na medida do possível.

GABO: Vamos pro bate-bola, jogo rápido?

FAILON TEIXEIRA: Oba. Vamos lá. Adoro diretas.

BATE-BOLA:

ESCREVER: Melhor coisa desse mundo. Eu me sinto bem quando escrevo..
LER:
Faz parte da minha vida
ROTEIRO:
Melhor parte de se fazer uma trama
CRÍTICA:
É sempre um bicho de sete cabeças, mas eu me acostumo com ela. (Risos )
BARRACO:
Adoro uma treta (Risos ) mas se não é por causa de algo realmente importante, eu acho isto uma coisa de louco. Kkkk
MUNDO VIRTUAL:
Minha segunda casa
FRASE:
Desistir e para os fracos, resistir é para os fortes
FAILON POR FAILON:
Um jovem autor e que sonha em ter um lugar no mundo. ( Risos)

GABO: Antes de encerramos deixo o espaço para suas considerações:

FAILON TEIXEIRA: Bom, obrigado a todos que sempre acompanham os meus trabalhos e a toda equipe do programa, principalmente ao Gabo, por fazer esta entrevista e para os futuros autores do MV. Eu deixo um recado. Não abandonem seus sonhos, persista, lute e encare os seus medos. Você pode ir longe. Muito obrigado!!

GABO: Failon, obrigado pela participação no Diário do Autor. O Boletim Virtual fica por aqui. Eu volto na próxima edição. Até lá.

 
     

 

     

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