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A Prometida: Capítulo 15

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A PROMETIDA - CAPÍTULO 15
 

CENAS DO CAPÍTULO ANTERIOR:


Alicia (chorando): Ela vai morrer?

Julio: Não, mas terá que ficar em observação. Infelizmente não está reagindo. Eu lamento, Alicia.

Tito abraça Alicia.

Tito: Você tem que ser forte.

Ela se desespera e grita descontrolada.

Alicia: A culpa é toda sua Julio! Você é o culpado do acidente da nossa mãe!

Julio se surpreende com a revelação.


       

CENA 01 – CENTRO DO MÉXICO / EXT. / DIA. 

Continuação do capítulo anterior. A chuva continua forte. Afonso socorre Pérola.

Afonso (nervoso): Eu cheguei a te atingir menina?

Pérola (chorando): Não senhor, mas eu me assustei muito e cai. Estou sem forças, não consigo me levantar, e sinto muita dor.

Afonso: Aonde menina? Aonde dói?

Afonso ajuda Pérola a se levantar. Ela chora de dor. Ele percebe que ela está sangrando.

Afonso: Fica calma, eu te levarei pro hospital.

Pérola (nervosa): Hospital? Não, por tudo o que o senhor mais ama na vida, não me leve pro Julio, não posso vê-lo, não quero vê-lo, eu imploro.

Afonso: Você deve ter se machucado. Eu te levarei pra outro hospital, não se preocupe, você não vai ver o Julio.

CENA 02 – HOSPITAL FRANCISCO INDALECIO / CORREDOR DOS QUARTOS / INT. / NOITE.

Afonso conversa com o médico.

Médico: Fique tranquilo, Afonso. Ainda bem que você a trouxe a tempo. Ela quase perdeu o bebê, mas nós controlamos a hemorragia e já pode levá-la daqui. É parente da sua esposa?

Afonso (surpreso): Ela está grávida?

Médico: Sim, de quase dois meses, eu acredito.

Afonso: Eu posso falar com ela?

Médico: Claro.

CENA 03 – HOSPITAL FRANCISCO INDALECIO / QUARTO PÉROLA / INT. / NOITE.

Afonso entra e a enfermeira se retira.

Afonso: Já está tudo bem. O médico disse que está tudo bem com o seu bebê. Por que não me disse que estava grávida?

Pérola não responde somente chora.

Afonso: Você não deve chorar, tem que agradecer a Deus por ter salvado o seu filho. Você discutiu outra vez com o Julio? Reage, minha filha.

Afonso se arrepende de chamá-la assim. Pérola se emociona e o abraça deixando-o surpreso.

CENA 04 – HOSPITAL REGIONAL / RECEPÇÃO / INT. / NOITE.

Continuação cena 17 do capítulo anterior.

Julio (assustado): Nossa mãe? Como assim nossa mãe?

Tito: Não ligue pra o que ela disse, Alicia está nervosa.

Alicia: Deixa-me falar Tito.

Julio: É melhor aplicarmos um calmante nela, está muito nervosa.

Julio (sai pensativo): Eu tenho que procurar a Pérola. Onde ela estará agora? Eu tenho que cuidar dessa pobre mulher, eu tenho que cuidar da operação da ciganinha... Eu estou perdido!

CENA 05 – HOSPITAL REGIONAL / SALA DE ESPERA / INT. / NOITE.

Dalila sem paciência espera a mãe e a irmã, anda de um lado pro outro quando se esbarra em um homem.

Luis Carlos: Cuidado pra onde anda menina.

Dalila: O senhor não enche o saco que eu estou nervosa. Minha mãe está demorando muito!

Luis Carlos ri. Turquesa se aproxima e olha espantada para Luis Carlos. Ele a reconhece. Turquesa puxa Dalila.

Turquesa: Vamos filha, vamos sair daqui!

Luis Carlos (lembra-se): Ei espera aí!

Elas saem rapidamente.

Luis Carlos (confuso): Gente... Onde será que eu já vi essa mulher?

CENA 06 – HOSPITAL FRANCISCO INDALECIO / QUARTO PÉROLA / INT. / NOITE.

Afonso: Me perdoe te chamar assim. É o costume.

Pérola: Quem dera se eu tivesse um pai assim tão bom como o senhor e que se preocupasse tanto comigo.

Ele segura as mãos dela, compadecido.

Afonso: O médico já lhe deu alta. Já vai poder ir embora. Quer que eu avise o Julio?

Pérola: Não, por favor, não.

Afonso: Você brigou com ele de novo! Vocês dois não têm jeito mesmo!

Pérola: Eu não quero vê-lo nunca mais.

Afonso: Não é pra tanto Pérola, o que foi? O Julio arrumou outra mulher?

Pérola: Pior que isso. Ele me enganou todo esse tempo. Ele me odeia, tem nojo de mim.

Afonso: Como você pode falar isso Pérola? Se fosse assim não tinha se casado com você!

Pérola: Ele se casou comigo por causa de uma herança! Eu não sei, não entendi muito bem... Mas parece que pra ele conseguir esse dinheiro ele tinha que se casar e ter uma filha, acho que é isso. E ele se casou comigo pra que eu engravidasse e ele ficasse milionário. Agora eu entendo porque ele queria que eu tirasse o bebê.

Afonso: Agora sou eu que não estou entendendo.

Pérola: Ele pensa que eu estou grávida do Sérgio, e assim a herança seria do Sérgio e não dele. Meu Deus, que confusão!

Afonso: Mas por que ele pensaria que o filho que você espera é do Sérgio?

Pérola (sofre): Porque aquele canalha me estuprou. Mas eu juro senhor, eu juro que eu já estava grávida.

Afonso: Que barbaridade! O que esses dois pensam da vida? Como podem usar, maltratar, enganar uma menina tão inocente como você?

Pérola: Eles acabaram comigo, senhor. Principalmente o Julio. Ele sim! Ele arrancou meu coração e pisoteou, está me matando aos poucos. Eu nunca imaginei que ia sofrer tanto assim. Mil vezes maldito! Hei de praguejar seu nome pra sempre.

Afonso: O que é isso menina? Que palavreado é esse?

Pérola: Antes tivesse me conformando em ser a prometida de Zamack. Quis desafiar o destino e olha só o castigo que recebi! Bem que tia Niurka disse.

Afonso (espantado): Tia Niurka? Você era cigana Pérola?

O médico entra na sala os interrompendo.

Médico: Chega de conversas, depois que a moça se trocar pode levá-la Afonso.

CENA 07 – HOSPITAL REGIONAL / RECEPÇÃO / INT. / NOITE.

Julio e Luis Carlos se cruzam no corredor.

Luis Carlos: Amigo!

Julio: Você deixou de ser meu amigo no instante que fez toda aquela besteira com a minha esposa.

Luis Carlos (nervoso): Puxa vida, Julio! Você mesmo me disse que não a amava, que ia se casar com ela apenas pela herança. Eu achei que seria como as outras! Que você não queria mais e me passava. Eu achei que não se importaria se eu desse uns beijinhos na Pérola. Se você ficou chateado peço que me desculpe, não foi minha intenção eu juro!

Julio (nervoso): Eu fiz tudo errado, Luis Carlos! Sou um idiota. Descobri tarde demais o meu amor por ela.

Luis Carlos: O que você disse?

Julio: Sim, é o que você ouviu. Pela primeira vez na minha vida estou apaixonado, e a perdi.

CENA 08 – HOSPITAL FRANCISCO INDALECIO / ESTACIONAMENTO / INT. / NOITE.

No interior do carro de Afonso. Ele, Pérola e Felipe preparam-se para irem embora.

Felipe: Você está se sentindo bem moça?

Pérola acaricia o rosto do menino.

Pérola: Estou sim, obrigada.

O celular toca. Afonso atende.

Roberta (off): Afonso onde você está até uma hora dessa com o menino?

Afonso: Não grita mulher, nós vamos passar a noite no apartamento que eu tinha comprado pra presentear o Paulo. O Felipe quer que/

Roberta (off): Mentira! O Paulo me contou que você deu uma carona pra uma cigana, você está com ela, não é? É sua amante!

Afonso: Você está louca de ciúmes Roberta! Dei a carona sim, mas faz muito tempo que a deixei no hospital.

Roberta (off): Você não me engana! Passa o telefone pro Felipe, meu filho não mentirá pra mim.

Afonso: Fala com a sua mãe Felipe.

Roberta (off): Diz pra mim, Felipe! Diga! Seu pai está com alguma mulher?

Felipe olha assustado pro pai, e depois, encara Pérola. Felipe no telefone com a mãe.

Felipe: Não mãe, o papai está sozinho, só comigo.

Roberta (off): Se você estiver mentindo pra mim garoto, eu te mato!

Felipe solta o telefone nervoso e Afonso pega.

Afonso: Deixa de ser infantil e para de ameaçar o menino Roberta! Até amanhã.

Afonso desliga na cara da esposa.

Pérola: Eu não quero trazer problemas pro senhor.

Felipe: Eu disse pra mamãe que não tinha nem uma mulher com o senhor. Eu menti.

Afonso: Não se preocupe filho, é melhor assim. A Pérola... Bem, a Pérola não é uma mulher como sua mãe está achando que é!

Felipe (assustado): Você não é mulher?

Pérola (sorri): Sou sim. O que o seu pai quer dizer é que, ele não gosta de mim como gosta da sua mãe. Ele é um homem bom e quer me ajudar como se eu fosse uma filha.

Felipe (sorri): Ah então ta!

Afonso: Você pode passar o tempo que quiser no apartamento, Pérola.

Pérola: Eu serei agradecida ao senhor pra sempre. Se quiser posso ajudá-lo em alguma coisa, não sei. Mas eu quero recompensar tudo, tudo de bom que o senhor está me fazendo.

Felipe: Pede pra ela ser minha amiga, papai.

Pérola se comove.

Pérola: Não precisa me pedir isso, querido. Eu já me considero sua amiga!

Felipe visivelmente feliz.

CENA 09 – CIDADE DO MÉXICO / DELEGACIA DE POLICIA / SALA DELEGADO / INT. / DIA

LEGENDA: Um mês depois.

Julio: Por favor, senhor delegado!

Delegado: Infelizmente não encontramos a sua esposa senhor. Teremos que encerrar as buscas.

Julio: Não pode ser, a Pérola não pode ter desaparecido do nada! Você tem que achá-la, eu estou ficando louco! Louco!

CENA 10 – MANSÃO AFONSO / SALA / INT. / DIA.

Paulo entra na sala. Roberta está por ali séria.

Paulo: Mãe, a senhora está estranha, o papai está estranho. O que está acontecendo aqui?

Roberta: Filho, eu acho que seu pai tem uma amante!

Paulo: O que?

Roberta: Ele tem uma amante. Você tem que me ajudar a desmascará-la filho. O seu pai está ficando louco, mas se conseguirmos afastá-lo dela eu o perdoo, porque eu o amo demais. 

Paulo: Ele está louco mesmo! Eu vou falar com ele mamãe.

Roberta: Não! Ele vai negar!

Paulo: Mas, faremos o que?

Roberta: Eu desconfio que ele a esconde no apartamento que ia te dar de presente. Ele e o Felipe vão sempre lá e/

Paulo: No meu apartamento? O Papai me paga, pode deixar comigo mãe!

Roberta: Obrigada meu filho.

Felipe ouve tudo e corre pra ligar para o pai.

CENA 11 – APARTAMENTO AFONSO / BANHEIRO / INT. / DIA.

Pérola toma banho. Se sente calma e mais conformada.

Corta para.

CENA 12 – APARTAMENTO AFONSO / SALA / INT. / DIA.

Paulo abre o apartamento com sua chave. Entra e observa tudo.

Paulo: Eu garanto que tem alguém aqui. Mamãe tinha razão, só pode ser uma mulher. Ele nota o barulho do chuveiro.

Paulo: É agora que eu desmascaro essa vagabunda!

E sai furioso rumo a dentro.

CENA 13 – APARTAMENTO AFONSO / BANHEIRO / INT. / DIA.

Pérola tranquila a se banhar quando Paulo invade o banheiro. Ela quase desmaia de susto, se cobre imediatamente.

Paulo: Você? Você é a vagabunda que está de rolo com meu pai?

Pérola: Eu, eu não, você está enganado.

Paulo: Você não tem vergonha? Pode ser a filha dele! A filha! Tem quase a minha idade e seu marido? Fica com os dois é?

Pérola: Não, você está enganado, eu não sou mulher do seu pai, eu... Ele está me ajudando porque é um homem bom.

Paulo: Eu não quero ouvir nada que venha de você. Pode ser bonita, mas não tem um pingo de dignidade.

Paulo sai batendo a porta e Pérola chora.

Pérola: Ele confundiu tudo, é melhor eu sair da vida do senhor Afonso. As únicas coisas que eu trago a ele são problemas e despesas.

CENA 14 – CENTRO DO MÉXICO / EXT. / DIA.

Turquesa lê a mão de algumas moças e ganha uns trocados. Dalila está sentada perto do portão da agência com a irmã. Close na fachada do estabelecimento, uma agência de modas.

Dalila: Ainda bem que sua operação deu certo Luana, a mamãe doou um rim pra você.

Luana: Eu amo muito a minha mamãe.

Dalila: Falta pouco pra nós voltarmos para aquele acampamento maldito.

Luana: Maldito nada. Eu estou morrendo de saudades do papai.

Dalila: Tudo o que eu queria na minha vida era ser como essas moças. Olha como se vestem bem, como são bonitas, olha!

Luana: Mas você é bonita, Dalila.

Dalila: Eu queria ser modelo como essas. Espera aí, olha quem está sentado no banco.

Close em Paulo, com cara de poucos amigos.

Dalila: É aquele imbecil que nos chamou de ladras. Vou lá acertar as contas com ele, fica bem quieta aí. Não se esqueça que você não pode correr.

Dalila se aproxima de Paulo e se assusta ao vê-lo chorando.

Dalila: O que aconteceu?

Paulo: Não é da sua conta!

CENA 15 – FAZENDA ESPERANÇA / JARDIM / EXT. / DIA.

Alma passei com Milena.

Alma: Eu não tenho notícias da Pérola e do Julio faz tempo.

Milena: Por que a senhora não liga pra eles?

Alma: Não sei se o Julio mudou o nome do telefone ou... Não sei nada deles e isso me aflige muito. Graças a Deus o Sérgio e a Camila viajaram, quem sabe se acertam.

Milena: Tomara. Olha só quem vem ali, tia!

Escobar vem correndo com umas flores silvestres.

Alma: Ai menina! Tenho medo que Cristine saiba dessa sua amizade, vou lá vê-la.

FADE IN: Llegaste tú - Luis Fonsi feat. Juan Luis Guerra

Alma se retira. Escobar chega sorrindo entrega a flor.

Escobar: Uma flor para a mais bela moça que eu já conheci.

Milena: Mentiroso!

Escobar ri e pega as mãos dela, que se emociona.

Escobar: Eu estou sendo sincero, querida.

Ele aproxima o rosto do dela lentamente. Escobar beija Milena.

FADE OUT: Llegaste tú - Luis Fonsi feat. Juan Luis Guerra

CENA 16 – CENTRO DO MÉXICO / EXT. / DIA.

Dalila senta-se ao lado de Paulo no banco.

Dalila: Eu não gosto de você, mas nem por isso te desejo mal. Não gosto de ver ninguém chorando.

Paulo: Eu sou homem, eu não estou chorando.

Dalila: Ah, por favor... Me deixe ler sua mão.

Paulo: Não.

Dalila: Deixa, vai!

Paulo: Eu não acredito nessas besteiras.

Dalila puxa as mãos dele a força. Ele obedece.

Dalila: Hum,  já sei o porque do choro. Se sente carente, não é? Se sente abandonado e sozinho.

Ele recolhe a mão, nervoso.

Paulo: Ah deixa de ser idiota! Você não sabe nada de mim! Tenho que ir embora.

Paulo sai e Dalila o observa. 

Dalila: Até que ele é um gatinho. Coitado. Não está nada legal.

CENA 17 – APARTAMENTO AFONSO / SALA / INT. / NOITE.

Pérola de malas prontas. Afonso e Felipe tentam intervir.

Afonso: Você não vai a lugar nenhum!

Pérola: Eu não quero mais ficar aqui.

Afonso: Não seja teimosa. O Paulo te maltratou, não foi? Te fez alguma coisa?

Pérola: Ele só me xingou, mas ele tem toda a razão. Qualquer um pensaria mal de mim. Estou lhe trazendo problemas.

Felipe: Ele é muito chato, não liga pra ele.

Afonso: Se você sair daqui pra onde vai, me diz?

Pérola: Eu não sei, eu me arrumo por aí. Fui criada livre, correndo perigos, sem mãe, sem pai. De fome eu não morro!

Felipe (chora): Se você for embora eu nunca mais vou ter amigos. Quem vai me contar as histórias do fantástico mundo do circo? Do mistério dos mágicos? Da magia dos ciganos? Dos animais?

Felipe sai correndo pra cozinha. Pérola resolve ir até ele, mas Afonso a segura.

Afonso: Não, deixe-o. Pérola, por favor, seja sensata, você vai ser mãe, cuidar de uma criança sozinha não é fácil.

Pérola: Eu sei disso. Mas o senhor não tem nenhuma responsabilidade comigo. Sua esposa vai acabar descobrindo e, eu não quero mais prejudicar sua vida.

Afonso (impaciente): Eu quero te ajudar! Mas que inferno!

Pérola: Eu sei disso, mas não posso mais aceitar.

Afonso: Eu não sei por que. Eu não entendo o porquê. Mas eu sinto que não posso deixa-la ir. É como se eu a conhecesse há muito tempo! É como se você fosse parte da minha família, sangue do meu sangue. Você se tornou alguém muito especial pra mim.

Afonso a solta e anda de um lado pro outro nervoso.

Afonso: Eu não sei o que é isso! É uma coisa forte. É um sentimento forte. Você não pode ir embora agora! Não pode! Por que eu não quero ficar longe de você.

Roberta invade o apartamento furiosa.

Roberta: Eu sabia! Você estava me traindo com ela? Com essa selvagem!

Afonso: Roberta não é o que você está/

Roberta: Eu vou matá-la!

Ela avança e ele a segura.

Afonso: Pérola não é minha amante.

Roberta: Eu ouvi muito bem, seu cínico! Me solte!

Afonso: Você tem que me ouvir.

Roberta se debate e sem querer acaba empurrando Afonso que se desequilibra e cai batendo a cabeça num móvel.

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