Papo com o Autor - 2x04


 

PAPO COM O AUTOR - 2x04
 
 

NO PROGRAMA DE HOJE:

     
 

No quarto Papo da temporada, Carlos Lira recebe o aclamado autor Victor Marçal que revela tudo sobre seu desligamento do MV e sobre o Belas Histórias, para aqueles que não sabiam, o autor se declara como a verdadeira Bárbara, dona da extinta rede BH, isso e muito mais você irá acompanhar nesse Papo que está em seu penúltimo programa da temporada. Confere aí!

“Em uma certa altura do campeonato, eu descobri que, como escritor e leitor, eu já não me identificava mais com as web-novelas” (MARÇAL, Victor. 2018)

 
     

 

     
   
 


Wanessa Camargo - Mulher Gato

 

CARLOS LIRA: Oi, sumido? [...] longo tempo depois e voltamos para mais uma entrevista daquelas aqui nesse MV... Sedentos? Eu sei, compreendo!! Assim como nossa intro maravitxèrry da Wanessa: Vamos logo fazendo o miau, miau e chamando o início do nosso pôgrama de hoje porque ele prometxy... Ôooo se promete!! Sigam-me os bons e vem que vem aproveitar essa abertura e logo em seguida conhecer o entrevistado de hoje!! Soltaaaaaaa.....

 
     

 

     
     
     

 

     
 

CARLOS: Mô povo, vem cá.... Cheguem mais junto que é hora de chamar o nosso convidado da noite, o convidado de hoje acredite ou não é mais um da saga Vitoriana aqui do MV, ele é mais um que se arrisca em várias áreas e para aqueles que ainda não o conhecem ou fingem não conhecer se prepara que vem bomba por aí... Adianto que vem revelação real oficial no papo de hoje... Então!! Babadeiro, exclusivo.... Vem correndo, vem pulando... Só vem!! Chega chegando VICTOR MARÇAL!! E az o miau, miau, miau....

VICTOR MARÇAL: hahahaha. Adorei a trilha sonora de entrada e a abertura. Estão de Parabéns. Bom... Gostaria de agradecer a oportunidade de estar aqui. É um prazer enorme fazer parte da WebTV nem que seja em uma entrevista. Sabe aqueles visitantes, que ficam alucinados quando andam naqueles carrinhos do projac? Esse sou eu agora rsrs.

CARLOS: KKKK Compreendo bem amigo, essa foi minha reação quando me arrisquei em colocar o Papo pra avaliação, acredito que o Gabo estava bêbado no dia que me contratou mas tudo bem, aqui estamos em mais uma temporada kkkk...  Então Victor, aviso logo que as instruções da Wanessa serão seguidas arrisca por esse querido, amado e aclamado autor desse MV (menos, bem menos...) Vamos te jogar na parede... Êpa!!! Muita calma nessa hora é apenas um papo pra lá de curioso e sedento dos diferentes sentimentos de um ser... Preparado pra entrar nessa?

VICTOR MARÇAL: Estou preparadíssimo e ansioso pelas perguntas. Vamos lá!!! Me joguem na parede!

CARLOS: Kkkkk adorooooo, então bora!! E bora logo chamar o nosso primeiro quadro que quero saber tudo e claro falar sobre tudo. Adorei a iniciativa do entrevistado chamar a vinheta do quadro, o Abou arrasou na entrevista passada e é por isso que vou repetir. Essa deixa é sua e capricha na fala para chamar o nosso primeiro quadro...

VICTOR MARÇAL: Que venha a abertura galera! Não vejo a hora de vocês me jogarem na parede hehe (no bom sentido).

 
     

 

     

 

     
 

CARLOS: Aterrissamos nele, o que abre alas para nossa curiosidade e vou logo querendo saber sobre como iniciou a história do VICTOR aqui nesse MV, sedento de curiosidade a respeito do inicio desse império Marçal. Conta aí pra gente:

VICTOR MARÇAL: Bom, como todos sabem, comecei a minha carreira como escritor de web-novelas no Belas Histórias, mais ou menos em 2012. Criei a Bárbara Furtado, um personagem do mundo virtual para administrar o site com todos os seus toques femininos, e publiquei as minhas web-novelas lá. Inicialmente, eu usaria o Belas Histórias para publicar apenas as minhas histórias, era pra ser um site próprio. Mas como existiam vários escritores de vários estilos diferentes, eu imaginei que pudesse ser uma boa para o crescimento do site, adotar as histórias desses escritores. Separei o meu eu escritor, do meu eu administrador de sites, criando a Bárbara Furtado e mantendo-a em segredo até 2014 mais ou menos, com exceção de alguns escritores, que sabiam desde o início, como o Gérson de Andrade. Fora do Belas Histórias, eu escrevi para o extinto Novelas Mania, administrado pelo Rodrigo Ferreira (não sei se sumiu), a web novela “O Sol de janeiro” que foi cancelada com a extinção do site. Nunca conclui. Com exceção de “O Sol de janeiro”, todas as minhas outras produções foram para o Belas Histórias. Lá eu escrevi “Andando nas Estrelas” em 2012, que foi uma das seis primeiras produções do site, e depois fiz “Maria Flor” e “Sonho Musical” em 2013, e “Secret Life” em 2014. Lancei duas séries, “A Menina do Porão” e “Lábios de Mel”, ambas em 2014. E “Coração de Baunilha”, em 2015, que serviria como uma web-novela para o regresso do site, mas foi escrevendo os primeiros capítulos dela, que descobri que esse gênero já não fazia mais o meu estilo.

CARLOS: Esse histórico me faz querer saber tudo o que já aprontou aqui no MV quais as aventuras nesse MV que o Victor já participou?

VICTOR MARÇAL: Bom, a minha grande aventura aqui no mundo virtual, foi viver duas pessoas ao mesmo tempo. Existiam duas figuras no mundo virtual, mas apenas uma pessoa era quem teclava tudo no notebook. Criar a Bárbara Furtado foi uma das minhas maiores aventuras, pois muita gente suspeitava que eu estava por trás dela, e as aventuras começavam quando eu precisava escapar dessas suspeitas. Todos os sites eram administrados por homens, e eu quis fazer a Bárbara para mudar um pouco isso.

CARLOS: Eu confesso que pra minha pessoa essa noticia da Barbara ser você é extremamente inédita, juro de pé junto que não sabia real... No tempo que escrevia tramas no BH conversava muito com a Bárbara kkkk adorando saber que era você, bem, mas vamos seguindo... Nesse meio me deixa curioso saber o motivo que o levou a criar um “fake” e não se colocar como real administrador. Por que da escolha?

VICTOR MARÇAL: hahahahha. Sério? Na verdade, revelei quando o BH já estava nos finalmente. Bom, na época eu era fiscalizado por meus pais. Eles não me permitiam exposições na internet, e como eu sabia que eu poderia ficar na boca do povo sendo dono de um site, eu decidi criar a Bárbara. Outra coisa que me fez cria-la, era a falta de toques femininos no mundo virtual da época. Todos os donos de sites eram homens, e os sites eram muito “masculinos”. Tudo preto, azul. Quis diferenciar, lançando um site mais colorido, e administrado por uma mulher. Sempre gostei de me diferenciar da concorrência.

CARLOS: Pessoal te enchia muito com envios de histórias para publicação?

VICTOR MARÇAL: Um pouco, confesso. Recebia várias propostas todos os dias. Infelizmente nem metade de todas elas foram aproveitadas. Algumas não condiziam com o perfil do site, outras eram espécie de fanfics. Por isso muitas ficaram na gaveta.

CARLOS: Como era essa escolha de autores, das histórias que eram levadas ao ar já que na época o BH era uma emissora bem conhecida e prestigiada no MV?

VICTOR MARÇAL: Eu analisava a história, se tinha fundamento, e os primeiros capítulos. Não cobrava uma ortografia padrão na época, afinal de contas, todos éramos adolescentes de quinze anos, mas as histórias precisavam ter fundamento. E principalmente, início, meio e fim. Nunca fui de ter padrões, se história me agradava, eu simplesmente lançava depois de alguns dias. Já chegamos a exibir 10 web-novelas ao mesmo tempo.

CARLOS: Pra gente encerrar esse ponto do BH, o que te levou a fechar a emissora? Porque não conseguiu mais dar prosseguimento ao legado que foi criado?

VICTOR MARÇAL: Em uma certa altura do campeonato, eu descobri que, como escritor e leitor, eu já não me identificava mais com as web-novelas. E o fato de eu não me identificar, me fez desanimar bastante de dar continuidade ao site, que perdeu seu brilho com o passar dos dias.  O Belas Histórias sempre foi o “diferentão” da turma, eu prezava por isso. E por isso o site fez sucesso. Lancei diversas tendências no site, que nenhum outro tinha, como os especiais de Natal e Halloween, as medições de audiência, talk-shows, como o “Forca Virtual” que fez muito sucesso. O site ficava decorado de acordo, enquanto exibíamos atrações especiais. O meu desanimo acabou com o site, pois perdi a criatividade de lançar tendências novas, de ser o “diferentão”. Deixei o BH cair na mesmice e na zona de conforto, e por isso em um determinado momento, eu decidi colocar um fim em tudo, e seguir em frente. Hoje escrevo livros, já tenho dois publicados e estou preparando o terceiro. Já tentei por diversas vezes voltar, mas... o mar não está pra peixe ainda!

CARLOS: Vamos então embarcar de fato no VICTOR autor. Uma das perguntas que sempre faço é como o autor chega a história de sua trama. Como funciona esse processo de montagem de trama, criação de histórias, personagens...

VICTOR MARÇAL: Bom, primeiramente eu gostaria de dizer que hoje em dia eu não escrevo mais web-novelas, por vários motivos. Um deles, é por conta dos sites que oferecem as publicações. Eles não me atraem muito, por questões criativas (ou por falta delas, sem citar nomes, detesto barraco!). Não curto histórias em roteiro, nem para ler e nem para escrever.  Acho cansativo demais, principalmente para ler rsrsrs. Por isso, eu opto por contos e livros, onde tenho público. Um público que me dá um determinado retorno daquilo que escrevi, algo que acontecia pouco na época das web-novelas. É o retorno do público que te faz amadurecer. Mas acredito que o processo de criação dos livros e web-novelas seja o mesmo. Basicamente me inspiro em pessoas da vida real. Depois de escolher a pessoa certa, vou moldando a história ao seu redor. Faço muitas pesquisas, assisto muitos filmes e séries de gêneros parecidos para pegar um pouco de inspiração (sem copiar, juro). Escrevo os capítulos, e depois leio-os novamente. Hoje eu levo uns sete a oito meses para desenvolver uma história. Prezo pelo capricho do texto.

CARLOS: Quando você começa a desenvolver os capítulos é normal você fazer alterações na sinopse inicial ou sempre se mantem ao que planejou inicialmente, o publico pode ter uma parcela nessa mudança?

VICTOR MARÇAL: Hoje em dia eu não costumo escrever sinopses antes de escrever as minhas histórias. Eu imagino a história, e vou escrevendo, alterando o que pensei no início, descartando aquilo que acho que não é interessante. A sinopse fica por último, quando a minha história está 100% concluída. Assim não tenho problemas de conflitos com o público, que me cobra por detalhes que prometi na sinopse. Acredito que nós escritores amadurecemos dia após dia. Ou seja, uma ideia que gostei hoje, daqui a uma ou duas semanas eu posso não gostar. E eu prezo por essa liberdade de mudanças, a partir do momento que o compromisso é comigo mesmo. O meu público hoje, compra as minhas histórias 100% concluídas.  Acho que a cobrança interior é menor. Meus trabalhos ficam mais caprichados dessa forma.

CARLOS: VICTOR, outra coisa que gosto de perguntar é sobre as definições de títulos para a obra. É difícil você titular suas tramas? Como você chega ao titulo de suas obras?

VICTOR MARÇAL: De acordo com o que penso para o enredo principal. O título é uma das primeiras coisas que eu penso, antes mesmo de desenvolver a história. Eu crio o título baseado no conflito principal da história. Por exemplo, eu estou escrevendo uma história infanto-juvenil, no qual a personagem principal desenterra uma cápsula do tempo no quintal de sua casa e descobre segredos de sua família. O título “A História de Ana e a Cápsula do Tempo” logo me veio a cabeça depois que criei o conflito principal. Não considero uma tarefa difícil. É a mais fácil.

CARLOS: Uma questão que acho bastante curiosa é a escolha do tema musical para a abertura e a abertura em si das tramas. É difícil você chegar ao resultado final e esperado para a abertura de uma trama sua?

VICTOR MARÇAL: Como não escrevo mais web-novelas, vou te dizer o que eu fazia quando escrevia. É sim, muito complicado chegar no resultado final. Na época de “Maria Flor” eu não consegui encontrar a música que me agradasse. Uma música que tivesse ligação direta com a história. Lancei a música “Flor” do Jorge e Mateus se não me engano. Eu não queria sertanejo universitário, mas foi a única que deu certo. É complicado.

CARLOS: VICTOR, acho bastante interessante aqui no MV quando o autor apresenta um elenco para dar formas físicas aos seus personagens. Você tem algum autor/atriz que sempre ganha um personagem em suas tramas?

VICTOR MARÇAL: Na época eu não tinha muita preferência por atores específicos. Eu só não curtia usar atores da Rede Globo. Usava atores da Record e SBT, já que são novelas menos vistas pelo público. Para mim, dava uma certa realidade a web-novela. Mas em alguns momentos eu escolhi atores da Rede Globo.

CARLOS: E Quando tratamos dos assuntos que o VICTOR nunca abordou numa trama e nunca chegará a abordar, qual seria? E aproveitando a ocasião, que tema o VICTOR ainda não abordou e espera em breve poder usar em uma de suas tramas?

VICTOR MARÇAL: Não curto fantasia, realismo fantástico e nem sadomasoquismo. Acho difícil eu consegui desenvolver tramas desses gêneros em minhas histórias. Acho que esses seriam os temas que eu jamais abordaria e que nunca abordei. Agora, o tema que eu desejo abordar e que nunca abordei é a espiritualidade. Eu acredito em vidas passadas, reencarnação. Acho que resultam em belos romances.

CARLOS: VICTOR agora precisamos saber, quando se faz um comparativo com o mundo "real"... Que autor o VICTOR MARÇAL se identifica no modo da escrita, do desenvolver da trama?

VICTOR MARÇAL: Eu me identifico muito com as histórias da Elizabeth Jhin. Justamente por querer abordar espiritualidade em minhas histórias futuramente. Como hoje em dia, eu escrevo livros, irei citar a autora britânica Dani Atkins.

CARLOS: Qual das tramas da Jhin e da Atkins você mais curtiu?

VICTOR MARÇAL: Da Elizabeth Jhin, curti “Além do Tempo” e da Dani Atkins curti “Uma curva no tempo”, recomendo para quem adora livros de dramas intensos.

CARLOS: VICTOR, como uma das novidades que trouxemos ao quadro nessa temporada foi de o entrevistado falar qual autor do MV ele acha que tem uma pegada parecida com a sua. E aí VICTOR, qual colega você acha parecido com suas sacadas?

VICTOR MARÇAL: Eu gosto muito do estilo do Luiz Gustavo. Na época de “Maria Flor” e “Sonho Musical”, não. Mas hoje em dia me identifico com o estilo dele. Quando a questão de “sacadas”, sem dúvida alguma o Gérson de Andrade. Meu grande amigo.

CARLOS: VICTOR encerramos nosso primeiro quadro e fazemos o nosso primeiro intervalo da noite. Vem junto acompanhar os depoimentos do O PAPO NO PAPO DO POVO. Adorando esse quadro Hahahahha.... Voltamos já!

 
     

 

     
 

FELIPE COHEN: Eu acho que os quadros do programa, "Papo com o Autor", tem um aspecto diferenciado, no sentido em que, são feitos com bastante sucesso. Cada nome, alcança os seus objetivos propostos, e o telespectador consegue compreender bem a mensagem, no que se diz a respeito. Principalmente, e não menos importante, as ideias, que o respectivo autor quer passar ao seu público alvo, no caso, o leitor.

 
     

 

     

 

     
 

CARLOS: Voltamos e voltamos direto no quadro que sacode a poeira do nosso convidado. Hoje vamos sacudir e revirar tudo que der da história do VICTOR, preparado?

VICTOR MARÇAL: Caramba, fiquei muito curioso. Estou preparadíssimo.

CARLOS: Tire essa poeira do estúdio e resgate sua primeira trama aqui do MV desse baú que está pra lá de histórias. Conte pra gente qual foi e do que se tratava sua primeira trama.

VICTOR MARÇAL: Minha primeira trama para o mundo virtual, é “Maria Flor”. Maria Flor conta a história de vingança entre Maria Flor e Ivana, mãe e filha respectivamente. Maria Flor não viveu com a mãe durante boa parte de sua vida. Se casou, teve uma filha, e herdou muito dinheiro depois da morte dele. Toda a herança do falecido, seria de sua filha, e ela poderia utilizar quando completasse dezoito anos, fora isso, apenas um responsável legal, no caso a Maria Flor, poderia utilizar o dinheiro. Ivana aparece em sua vida para tentar aproveitar um pouco de sua boa vida, armando uma cilada para ela. Maria Flor é presa por homicídio, e assim, perde a guarda da garota. Sabendo que tudo não se passou de uma armação de Ivana, para ficar com o dinheiro de sua filha, Maria Flor acaba sendo inocentada e saindo da prisão bem antes do previsto por Ivana, tendo tempo suficiente para armar um plano de vingança contra ela, e recuperar sua filha de uma vez por todas.

Logo de “MARIA FLOR”: Arquivo Pessoal do autor

CARLOS: A história de Maria Flor embalou o MV por quantos capítulos?

VICTOR MARÇAL: 35 se não me engano.

CARLOS: Nesses 35 capítulos já podemos imaginar o quanto a Maria Flor passou até chegar ao seu tão esperado Final Feliz. Conta pra gente o que a safada da Ivana tanto aprontou para que a nossa Maria não obtivesse o tão sonhado Final Feliz?

VICTOR MARÇAL: A Ivanna armou diversas situações no decorrer da web-novela para manter mãe e filha afastadas, contratando uma governanta que era o cão chupando manga para cuidar da menina.

CARLOS: Qual foi a reação de Maria Flor ao reconhecer a megera, cobra e demônia da Ivana?

VICTOR MARÇAL: Ela quis a vingança em primeiro lugar, desde quando tinha quinze anos, quando foi expulsa de casa, ainda grávida pela Ivanna. Depois, foi presa, perdeu a filha, e só quis ainda mais se vingar.

CARLOS: Maria Flor tinha um príncipe encantado na novela? Como os dois se conheceram?

VICTOR MARÇAL: Sim, o Saulo foi o homem contratado por Ivana para se aproximar de Maria Flor e mantê-la informada sobre toda a vida da mocinha. Porém os dois acabaram se apaixonando.

CARLOS: VICTOR, além dos protagonistas e todas as suas histórias para o final feliz, temos as paralelas e nelas personagens que acabam se destacando ao longo dos capítulos. Que personagem assume essa função em Maria Flor?

VICTOR MARÇAL: Bom, temos o núcleo dos feirantes, que são as pessoas que acolheram a Maria Flor quando ela era pequena. A Isabel, é filha dos feirantes e sente vergonha deles. Temos também o núcleo da Feliciana, que trabalha como governanta para Ivana. Ela é má e faz diversas maldades com a filha da Maria Flor.

CARLOS: A gente falou sobre elenco, em Maria Flor tínhamos esse elenco fictício e quem eram os atores/atrizes?

VICTOR MARÇAL: A Maria Flor era a Nathália Rodrigues, e a Ivanna era Carla Marins. Tinha Victor Pecoraro, Larissa Manoela, dentre outros.

CARLOS: Quais os temas que foram retratados ao longo dos 35 capítulos de Maria Flor?

VICTOR MARÇAL: Vingança, era o tema principal. Falei de gravidez na adolescência, lei maria da penha, e muito romance, drama e suspense.

CARLOS: Maria Flor sempre foi o título pensado para a trama?

VICTOR MARÇAL: Não, “Amores Imperfeitos” foi o primeiro título que pensei.

CARLOS: VICTOR, sempre pergunto ao autor qual cena da trama que ele escreveu e que até hoje ele considera como inesquecível. Em Maria Flor cena ficará para sempre em sua memória?

VICTOR MARÇAL: Eu gostei muito de escrever a cena final, no qual Maria Flor honra sua origem, e se casa na rua onde acontecia a feira onde ela trabalhou com seus pais adotivos. Foi uma cena muito pensada, e algumas pessoas vieram até mim comentar o quanto foi bonita.

CARLOS: Se é inesquecível para o autor lógico que não vamos ficar sem rever... Se segurem aí e curtam essa cena inesquecível para o VICTOR MARÇAL.

 

Cena inesquecível

VICTOR MARÇAL: Por incrível que pareça, não tenho mais os capítulos de Maria Flor. Meu antigo PC queimou, está no conserto. E a pessoa aqui não transfere os arquivos para a nuvem... vou ficar devendo por enquanto rsrs.

CARLOS: Chegaria a mudar alguma coisa na história? Ou do jeito que você a escreveu, você concorda que foi o melhor rumo para a trama?

VICTOR MARÇAL: Hoje em dia eu mudaria algumas coisas. Talvez não faria a Ivana sendo a mãe da Maria Flor. Aprendi muitos valores sobre um amor de mãe por um filho, que me faria mudar esse laço. A Ivana seria talvez uma sobrinha, ou uma prima. O resto eu manteria.

CARLOS: Hoje olhando para as obras atuais e a primeira. O que podemos dizer que Maria Flor trouxe durante sua trajetória até hoje?

VICTOR MARÇAL: Me fez querer críticas, e me fez entender que eu precisaria delas para evoluir. Maria Flor me fez ter adoração por cenas mais românticas. Antes eu tinha uma certa dificuldade de escrever cenas muito Titanic.

CARLOS: Uma curiosidade que sempre surge é sobre os finais dos personagens... Em Maria Flor, como foi o final dela e de Ivana?

VICTOR MARÇAL: Maria Flor se casou com Saulo, o grande amor de sua vida, e Ivana foi baleada durante um tiroteio.

CARLOS: VICTOR agora vamos mudar um pouco as coisas... Dentro do revirando vamos propor ao autor algumas situações que encaixem com as informações fornecidas sobre sua primeira trama e o autor terá que opinar qual seria a reação do personagem na cena. No desafio que a gente te propõe é bem simples:

“MARIA FLOR DESCOBRE QUE IVANA ARMOU ESSA HISTÓRIA DE SER SUA MÃE LEGITIMA” COMO SERIA ESSE DESENROLAR?

VICTOR MARÇAL: Acho que ela sentiria um certo alívio, afinal de contas ela sempre teve muita vontade de fazer muitas coisas com a Ivana, cara a cara, mas o fato do laço que existe entre as duas, fazia com que a nossa protagonista regressasse para trás. Acho que ela sentiria um certo alívio, e armaria ainda mais para a Ivana.

CARLOS: Eu adoro esse jogo de inverter a história para saber como seria a mesma vista de outra forma e como a gente também é do bem, olha mais esse desafio:

COMO SERIA O DESFECHO DA TRAMA EM QUE IVANA NÃO MORRERIA E TENTARIA UMA RECONCILIAÇÃO COM MARIA FLOR?

VICTOR MARÇAL: Meu Deus, acho que a Maria Flor perdoaria, mas não esqueceria. As duas jamais se aproximariam como Carola e Luzia, mas acho que uma trégua poderia acontecer sim. A nossa queridíssima Flor, só queria ser feliz.

CARLOS: Tudo esclarecido pelo nosso autor, adoro fazer essas loucuras de imaginar pontos diferentes da trama junto ao autor.... VICTOR, a gente segue e seguimos para o quadro que vai precisar de mais opinião dessa sua cabecinha.

 
     

 

     
 
     
 

CARLOS: Aqui vamos expor algo ou alguém que esteja nesse MV e o autor entrevistada usará do seu senso crítico para propor alguma mudança, dar sugestões, dar seu ponto de vista para o determinado a ele. O VICTOR escreveu e presenteou o MV com várias tramas maravilhosas no antigo “Belas Histórias”, estrela da casa. VICTOR, hoje no autor que manda a pergunta é: Qual seu ponto de vista para emissoras que fecham as portas sem um prévio aviso aos leitores e a seus autores? Se o Victor se aventurasse em criar uma emissora própria, como seria? Quantas webnovelas teria? Teria websérie? Como seria essa REDE MARÇAL?

VICTOR MARÇAL: Então Carlos, como você sabe, além de escrever eu administrei o Belas Histórias, através da Bárbara Furtado, um personagem que criei para ser a figura feminina no mundo virtual.

Fechamos as portas do Belas Histórias na época com aviso prévio, mas acho que é um pouco antiético com o escritor, que depende às vezes do site para publicar as suas obras e crescer como escritor.

Caso eu criasse um novo site, seria algo completamente diferente do que está. Já fiz parte do mundo virtual há uns cinco anos atrás, e ainda vejo alguns sites que estão na zona de conforto (essa é a questão criativa que disse no primeiro quadro). Eu talvez faria algo com escritores antigos, algumas reprises para o público avaliar de forma crítica a evolução do escritor.

Apostaria mais fundo no trabalho do escritor. Naquela época eu lançava várias webs novelas sem ler. Hoje em dia eu lançaria poucas, mas eu seria uma espécie de "produtor", participando de todo processo de criação.

Eu iria investir financeiramente no meu site, iria ser mais crítico com o texto dos meus autores, e iria promover poucos rodízios de tramas. Hoje em dia eu sou crítico até comigo mesmo. Estou fora do mundo virtual, mas ainda escrevo. Já cheguei a escrever o mesmo capitulo oito vezes, até ficar no ponto que eu gostaria.

Então resumindo, eu iria investir em poucas exibições, iria incentivar o autor a explorar mais o mundo literário, lançando obras físicas e lendo também. Muito autor só quer saber de escrever, escrever e escrever, mas são poucos os que tiram tempo para ler. E é através da leitura que se aprende mais. Eu seria crítico comigo e com os autores, e principalmente com o texto. E principalmente, deixaria a zona de conforto. As "emissoras" são muito iguais.

CARLOS: O Autor que manda! Chama os comerciais que voltamos logo mais com o quadro mais fofo desse MV. Voltamos já!

 
     

 

     
 

GABO: O programa promove ao autor uma viagem na linha do tempo sobre a trajetória de cada participante. É uma incrível viver essa aventura aqui no programa Papo com o Autor.

 
     

 

     
   

 

     
 

CARLOS: Victor esse é considerado o quadro mais Fofo já existente nesse MV, desde o finado “Depoimentos do Orkut”. Aqui o espaço é todo livre para você de forma carinhosa, demostrar sua gratidão a todos aqueles que você considera como amigos ou de alguma forma te ajudou nessa jornada aqui do MV.  Estamos curiosos e a espera das suas declarações, afinal, pra quem o Victor Marçal irá se declarar?

VICTOR MARÇAL: A minha eterna gratidão e amor, é para o Gerson de Andrade, que por incrível que pareça tenho contato até hoje. De todas as amizades que fiz na época, ele é um dos únicos que ainda tenho contato. Mas agradeço de coração a Luiz Gustavo, Marcio Gabriel, Thays Marques, Leonardo Castro, Wanderson Mota, são nomes de pessoas que jamais esquecerei. Mas o meu amor mesmo é para o Gérson, que é o meu crush no mundo virtual rrsrs

CARLOS: Nessa temporada, contamos com uma novidade aqui no quadro. Se você pensava que apenas você iria se declarar na frente de todo o MV estava enganado kkk conseguimos umas pontinhas de emoção. Deve imaginar quem conseguimos abordar no meio desse MV... Preparado?

VICTOR MARÇAL: Preparadíssimo!!! Vamos lá!

 CARLOS: Então cuida e olha só quem deu as caras pra iniciar essa homenagem a você:

LUIZ GUSTAVO: O Victor é uma pessoa muito especial, apesar de estarmos meio distantes nos últimos anos, ele é um grande amigo. Eu vi que publicou um livro, não vejo a hora de poder ler cara, desejo boa sorte.

VICTOR MARÇAL: Eu sempre gostei muito do Luiz. Me dava muitas dicas a respeito do Belas Histórias, e sempre defendeu o site quando era criticado injustamente. Por isso, desenvolvemos uma amizade sim e tenho muito respeito por ele. Voltamos a nos falar nos últimos dias para um projeto que estou fazendo, e ele está participando. Estou adorando trabalhar com o Luiz novamente, é um grande autor.

CARLOS: Olha só quem também resolveu dar as caras por aqui...

GÉRSON DE ANDRADE: Falar de Vitor Marçal me remete à nostalgia... Momentos que eu tive minha imaginação aflorada e voei muito longe. Marçal me abriu portas e me ensinou - mesmo sem perceber - coisas, técnicas e modos incríveis de ser uma boa pessoa e acima de tudo um bom autor. Victor é minha inspiração e me orgulha fazer parte da lista de contatos dele. Eu o amo!

VICTOR MARÇAL: Eu simplesmente amo demais esse Gérson, ele sabe disso. Foi um dos meus primeiros autores do site. Entrou na época em que o site era super desorganizado, mas ainda assim permaneceu fielmente ao meu lado. O Gérson está incluído nesse meu novo projeto assim como o Luiz, pois é um grande autor. Tenho aprendido muitas coisas com ele também. É um exemplo pra mim!!!!

CARLOS: Vá se preparando porque temos mais uma declaração pra encher os nossos olhinhos... Se você achou que não, estava enganado. Pois ele não pensou duas vezes pra te deixar essa mensagem linda, confere só:

WAN MOTA: Victor é a lembrança de uma das melhores fases da minha vida. Só de lembrar eu já me emociono. Foi em 2012/13, auge das webnovelas. A princípio o contato foi hostil, mas depois se converteu em uma cumplicidade. Gentil, amável, inteligente, sensível... A lista das virtudes que pude perceber nele é grande. Merece todo sucesso do mundo. Torço por isso. Sem dúvidas, um habilidoso escritor.

VICTOR MARÇAL: Meu Deus, que mensagem linda! Realmente a hostilidade que nasceu no início entre mim e o Wanderson se converteu em uma amizade. Foram muitas dicas que recebi dele. Aprendi a ser uma pessoa melhor depois que viramos amigos. Descobri que não preciso ser hostil com ninguém, preciso apenas ser gentil. Foi muito importante para mim ter o Wanderson no casting de escritores do site. Ele era uma pessoa crítica e sincera. O verdadeiro Aguinaldo Silva do mundo virtual. Te adoro demais!!!

CARLOS: Então é isso meu povo, o quadro mais fofo desse MV conseguiu atingir um nível de fofura ao extremo. Muito bacana ver demonstrações de carinho como essas. Mas como a gente gosta de pôr fogo em tudo, roda a vinheta que o fuzuê tá de volta!

 
     

 

     

 

     
 

CARLOS: Assim como temos o quadro mais Fofo, temos o bandido do MV. Aqui é tiro, porrada e bomba, SIM! Queremos ver o MV ferver com os desabafos de tudo que ficou engasgado. O Espaço é livre para você desabafar sobre uma crítica, uma pessoa, uma emissora, um leitor... Aqui você mostra seu desabafo com aquilo que considera injusto nesse nosso meio. Victor, a bola é toda sua. Diga pra esse povo que você não é obrigado a nada, A N-A-D-A!

VICTOR MARÇAL: Como eu disse no quadro acima, só não voltei ao mundo virtual ainda por conta da zona de conforto onde estão a maioria dos sites que encontrei. É o que eu chamo de “questões criativas, ou a falta delas”. Nada mudou em relação aos sites da época em que eu era escritor assíduo. Nada me agradou, e nada me empolgou, por isso continuo escrevendo os meus livros e lançando de forma independente. E a maioria dos escritores da época que trabalhavam comigo não voltam por esse mesmo motivo. Estou preparando um projeto para o ano que vem com meu amigo Gerson de Andrade, e os escritores da época estão irredutíveis, embora eu não tire a razão deles. Acho que falta um pouco mais de originalidade nos sites, precisam sair da zona de conforto, criar projetos novos, que atraíam todos os tipos de escritores, não só aqueles que curtem novelas. O universo da escrita vai muito, mas muito de novelas e séries. Algum dono do site precisa colocar a cara no sol e ser o "diferentão" da turma, para atrair novos escritores para as plataformas.

Acho que os sites poderiam criar grupos de leituras, para que os autores troquem leituras com outros autores. "Leia a minha obra que eu leio a sua". Acho que a leitura é superimportante, e os sites poderiam promover isso, ao invés de perder tempo ficando horas e horas editando fotos com atores da Globo para postar nos grupos, que quase ninguém mais acessa. Isso tá ultrapassado! Tá na hora de mudar, sair da zona de conforto e valorizar mais o trabalho dos escritores. A escrita requer um pouco de jogo de cintura, é trabalhoso, não é fácil. Merece ser mais valorizada!

Plataformas como o Whattpad hoje fazem muito sucesso. Tem obras lá que tem milhões de leituras. Acho que os sites precisam deixar de serem "emissoras", e se tornarem "plataformas". Fica a dica.

CARLOS: Bora cuidar que ainda tem coisa vindo aí... Vamos seguindo e roda a vinheta!

 
     

 

     
     

 

     
 

CARLOS: O Antes do Fim chega já com aquele gostinho de tristeza por que estamos acabando o programa de hoje. Mas como não podemos finalizar sem antes abocanhar umas exclusivas do nosso entrevistado, vamos então começar a arrancar os segredos do VICTOR. O Espaço é todo seu para fazer aquela divulgaçãozinha do que esperar do seu mais novo livro.

VICTOR MARÇAL: É um prazer divulgar o meu próximo livro, com lançamento previsto para o comecinho de janeiro do ano que vem.

 

 

Logo de “A HISTÓRIA DE ANA, JOÃO E A CÁPSULA DO TEMPO”: Arquivo Pessoal do autor

CARLOS: VICTOR, e o que temos de novidade para o futuro com sua assinatura?

VICTOR MARÇAL: Esse meu novo “filho”, o terceiro desde que entrei de cabeça no universo dos livros, será lançado em janeiro, exclusivamente no Whattpad, e posteriormente em versão física. Terá cerca de 500 páginas, ambientada na década de 40, e contará a história das aventuras de Anna, uma pequena caipira de doze anos que desenterra uma cápsula do tempo no quintal de sua casa. Órfã, ela descobre quem é o seu pai, através de fotos e cartas da cápsula e decide ir atrás dele, para burlar os sistemas do orfanato na época. Ela acaba fazendo amizade com João, um garoto circense e de mesma idade que ela, que se compromete em ajuda-la a encontrar o lado perdido de sua família. Anna faz amizade com todos os outros artistas de circo, e se juta a trupe para viajar até a capital. Mas procurar seu pai não será fácil, já que ele é rico e acamado, e quem cuida dele, é a sua tia, a ambiciosa Geraldine D’avila que não vê a hora de botas as mãos na herança do irmão doente. Mas Anna será uma pedra no sapato dela, já que ela não desistirá da cura do pai, e principalmente, de viver com ele. Geraldine e seus filhos, vão fazer da vida de Anna e João impossível. Mas como o amor cura tudo..

CARLOS: Dentro do antes do fim, abrimos o espaço para que o autor passe algumas dicas para quem está tentando publicar algo ou para quem está iniciando aqui no MV. VICTOR, o que você falaria para quem tá pensando em escrever, pra quem quer começar a postar nesse mundo virtual?

VICTOR MARÇAL: Bom, eu diria que o mundo virtual é um excelente começo. Hoje em dia se eu pudesse faria uma reforma rsrsrs, pois os sites precisam ser mais criativos em relação aos concorrentes. Mas independente do site que você escolher, eu digo que o mundo virtual me abriu as portas como escritor. Me fez perder uma certa timidez que eu tinha em relação as minhas histórias. Eu apostaria no estilo literário (mesmo eu escrevendo roteiro no meu começo), e divulgaria bastante. Os escritores as vezes esperam o site divulgar e ficam na zona de conforto. Divulguem também. Divulguem para os amigos, monte páginas. A divulgação é essencial nesse processo. Já que você precisará de críticas para se desenvolver como escritor. Vá atrás da crítica.

CARLOS: Como o VICTOR encara as críticas e qual o posicionamento a respeito das mesmas?

VICTOR MARÇAL: Eu cresço através das críticas. Eu busco as críticas, por que sem elas, não tem como você evoluir e crescer. Aqui na minha cidade costumo fazer uns sorteios de alguns livros meus, e as pessoas fazem as analises críticas. Entre “Beijos e Abraços”, o meu primeiro livro físico, e “E se as estrelas falassem?”, que é o meu segundo, existe um enorme abismo, de tanto que evolui. Lembrando que eu me refiro a críticas construtivas, que tem fundamento. Na minha época de escritor aqui no mundo virtual, existiam muitos despeitados que tentavam se disfarçar de críticos, apenas para que você cedesse seu espaço a eles, mas nunca me representaram. Acredito que o despeito possa existir ainda.

CARLOS: Chegou a hora do nossa bate-volta, bate-bola ou sabe-se lá como queiram chamar... Segura aí Vitinho....

MUNDO VIRTUAL – COMEÇO

CONCORRÊNCIA – APRENDIZADO

BH MEU MUNDO

VICTOR MARÇAL POR VICTOR MARÇAL- SINCERÃO

INDIQUE UMA SÉRIE – SCANDAL

INDIQUE UM FILME –  PONTE PARA TERABÍTIA

INDIQUE UMA BANDA OU ARTISTA – HALSEY

INDIQUE UMA MÚSICA – “SORRY” DA HALSEY

INDIQUE UMA WEBPRODUÇÃO AMIGA – TESTEMUNHA DE UM CRIME

UMA FRASE MARCANTE – “O IMPOSSÍVEL NÃO EXISTE”

CARLOS: VICTOR, chegamos ao fim do nosso programa. Meu querido, foi ótima a sua participação. O Papo foi ótimo e as respostas maravilhosas a todos os questionamentos. Obrigado por aceitar o convite e participar dessa loucura.

VICTOR MARÇAL: Eu que agradeço bastante o convite. Foi esse convite que me despertou a ideia de “bisbilhotar” o mundo virtual de hoje. Fiquei feliz de saber que a WebTV mantém a qualidade de produção de quatro anos atrás, e triste por ser o único site a me chamar atenção, já que existem tantos outros. Lembrando que essas minhas frases sobre questões criativas e zona de conforto, não servem para despertar a raiva dos donos desses sites, mas sim a motivação para fazer algo diferente. Como dono de um site que durante três anos ajudou tantos escritores e que ainda está na memória de muitos, eu digo que eu faria diferente caso voltasse. Não ressuscitaria o mesmo Belas Histórias de antigamente, já que amadureci como pessoa, e como escritor. Eu faria algo diferente, e trabalharia em equipe principalmente. É só um conselho de alguém que já viveu PARA o mundo virtual, não é uma regra. Agradeço imensamente a você pelo Carlos, pelo convite. Fiquei muito a vontade de conversar com alguém que fez parte do Belas Histórias junto comigo. Desejo toda sorte do mundo para a WebTV e sua equipe de excelentes profissionais. Vocês são demais!

CARLOS: Então é isso pessoas que tanto amo nesse MV... Chegamos ao fim de mais um papo e mês que vem estamos de volta..., Mas antes não poderia encerrar sem pedir chuvas de comentários sobre o terceiro programa e claro precisamos da opinião de vocês sobre O PAPO NO PAPO DO POVO. Então é isso genteeee, boa noiteee! Fuiiiiiii....

 
     

 

     

apresentação
Carlos Lira

convidado
Vitor Marçal

música
Wanessa Carmargo - Mulher Gato

produção
Bruno Olsen
Cristina Ravela

entretenimento

contatoredewtv@gmail.com


REALIZAÇÃO


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Proibida a cópia ou a reprodução

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