Feriadão WebTV - Gossip Boy


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FERIADÃO WEBTV
 
     
   

GOSSIP BOY: RELEMBRE MOMENTOS DO MISTERIOSO COLUNISTA CRÍTICO DO BOLETIM VIRTUAL

     
 
 
  Em virtude da exibição do "FERIADÃO WEBTV", hoje não apresentaremos "ANTI-HERÓI", "NEW STAGES" e "GAROTAS DO RIO", que retornam no dia 23 de fevereiro.

Gossip Boy, polêmico em suas criticas. Ao aceitar o quadro do Boletim Virtual, optou por não revelar a sua identidade e tem despertado curiosidade dos leitores no mundo virtual.

BRUNO OLSEN:
Qual o motivo de não expor a sua identidade? Medo? Intrigas?

GOSSIP BOY: Pelo fato de que pessoas do mundo virtual me conhecem e não gostariam de saber que estou criticando suas obras. A partir do momento que exponho quem eu sou, perde a graça e fica meio chato resenhar, sabe como que é. Um mistério é sempre bom e me dá mais liberdade.

 
     

GOSSIP BOY: UM ESTÁGIO DECISIVO PARA "NEW STAGES"

     
 

Estreou no dia 14 a segunda temporada da famosa série da Beta, “New Stages’, criação do autor André Esteves. New Stages surgiu no primeiro semestre em volta de muita expectativa com a história de Josh (interpretado por Graham Phillips), um garoto de 17 anos que se descobre homossexual após se apaixonar por Ryan, o novo vizinho que chega a San Francisco. A partir daí, várias tramas são desenvolvidas nas descobertas dos dois personagens e seus desafios.

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Este primeiro episódio da segunda temporada nos mostrou 2 meses após a definitiva separação de Ryan e Josh. Josh agora está iniciando a faculdade e, numa sequência de flashbacks, vemos que ele se envolveu intimamente com Austin, o filho do diretor, durante esse período. Numa cena digna de filme pornô, Josh e Austin tiveram sua primeira relação sexual. Austin ofuscou até mesmo o segundo mocinho, Ryan, que mal apareceu, e vamos confessar que Ryan é um tanto chato e poderia sumir da série definitivamente. Alias, a ideia de mostrar a história em meio de flashbacks do que ocorreu há dois meses foi bem aproveitada nesse episódio e não deixou o leitor perdido, como fazem muitos ao criarem esse tipo de cena.

New Stages é uma série que não tem problemas em relação à escrita, pontuação e formatação. André escreve bem, sabe descrever a cenas com clareza para que quem esteja lendo se sinta dentro da série. Na questão da pontuação ele também não deixa a desejar, sabendo muito bem onde usar as vírgulas e os pontos. A formatação também é muito boa e estilosa, apesar da fonte usada no texto me incomodar um pouco. O autor ainda mudou a cor da série (antes era azul, agora é vermelha), e apesar da cor antiga ser mais bonita, nós entendemos que é pra representar a transição para novas etapas.

Uma coisa é fato: desde que estreou New Stages é um grande sucesso e arrebatou milhares de fãs pelo país. Mas porque essa série faz tanto sucesso? Por causa da história? Por causa do tema? Por causa do autor? Errado. A história em si é clichê e já foi contada diversas vezes, o tema também. Homossexualismo já está batido e não é mais tão polêmico como antigamente. E o autor não revelava seu nome na época de estreia, ele se intitulava como “Andy”, logo, a carreira de André não foi levada em conta na leitura. E vamos combinar que André não deve ter uma carreira tão longa assim para atrair pessoas pelo seu nome.

O motivo do sucesso absoluto de New Stages é na maneira como a história é contada. Não existe problema algum em se fazer o feijão com arroz, o problema é você não ter jogo de cintura para criar situações novas às histórias clichês. E é nesse ponto que New Stages segue em frente. O autor traz a cada episódio novas histórias que apimentam a vida dos adolescentes da série, e isso faz com que quem leia se interesse e se empolgue para saber mais e mais. Creio que muitos já viraram a cara ao ler a sinopse, que de fato é sem graça, mas quando começaram a ler não pararam pela qualidade de tramas de André.

Não posso me dizer fã de New Stages pelo fato de abominar séries com temática adolescente. Mas tenho que assumir que a série tem algo a mais, um “fator x”, e que essa segunda temporada será determinante para ela. Será nessa temporada que seu público e audiência serão consolidados e ditará qual será a longevidade da trama. É um novo estágio para New Stages. Numa avaliação geral a obra eu dou nota 9, não dando 10 apenas pela falta de criatividade na sinopse. Só por isso. Longa vida a New Stages. – Gossip Boy.
 

 

GOSSIP BOY: O PROBLEMA DE "TROUBLE"

     
 

O ano de 2012 anda sendo bem proveitoso para o mundo das séries. Nesse ano, várias séries nasceram e chamaram a atenção do público, só que a maioria delas não passou do segundo episódio e acabou frustrando seus espectadores. A bola da vez é “Trouble”. A série me chamou a atenção por suas semelhanças com a americana Gossip Girl, e eu, que sou quase um “List-Boy”, resolvi fazer uma crítica a série “Trouble”, destrinchando todos seus problemas, sem trocadilhos ao título, mas também seus pontos positivos (se tiver).
 

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A história de “Trouble” não é nada original e alguns dos personagens já foram criados por vários autores do mundo. Trata-se de dez adolescentes, que estudam num grande colégio, e que passam a ser perseguidos por uma figura anônima que cria listas semanais caracterizando os alunos do colégio por adjetivos como “sexy”, “popular”, “esquisito” e “verdadeiro”, além de outras bizarrices, identificando-se apenas como List-Boy. O mote central é tanto nos desmembramentos dos dramas individuais de cada um, quanto no mistério do “listeiro” anônimo que anda infernizando os personagens. Nada mal, não é? Apesar de eu simplesmente detestar séries “teens” por achar que todas elas sempre tratam dos mesmos temas, tive minha atenção virada para “Trouble” pela semelhança gritante com “Gossip Girl”, como eu mesmo já falei, e lendo o episódio eu me dei conta que estava errado se pensava que a série seria uma cópia mal feita da série de Blair e Serena.

Como eu disse o tema em si é bom, mas a execução do autor deixou a desejar. O episódio é grande demais e se arrasta em cenas longas com frases desnecessárias, o que numa série pode ser fatal, já que o público anda cada vez mais preguiçoso e necessita de coisas mais “mastigadas” para sua compreensão. Uma série é ágil e com acontecimentos a toda hora, não se pode perder tempo numa cena que não acrescente nada para a narrativa. Lendo o início do episódio, por pouco pensei que o autor deixaria de lado os 10 protagonistas e focaria mais nas famílias deles no que nos próprios, mas graças a Deus ele sobe dar uma virada e fazer com que as partes finais do episódio o salvassem, porque se fosse depender do início, “Trouble” acabaria muito mal. Vai aí também uma dica pro autor: os protagonistas são os destaques e não os pais de cada um. Foque em quem deve ser focado! Atores regulares só estão lá para servir de escada ao elenco principal.

Logo na cena 1 (por favor, autor de “Trouble”, enumere as cenas, porque é muito melhor de se compreender e roteiro é assim que se escreve), o autor nos apresenta rapidamente os personagens lendo suas características na lista do anônimo. Deu pra perceber, logo de cara, de que o quarteto Amanda-Juan-Blair-Mark são os mais interessantes e os que irão maquinar parte dos acontecimentos da série, mas vale ressaltar de que tanto Megan, a sincera, como Clark, também tem potencial para emplacar. O problema da cena 1 foi o excesso de descrição, como na seguinte frase: “A câmera novamente dá meia volta, porém agora mostra o emblema dourado da escola, pendurado na parede. A tela se fecha em um circulo que surge dos cantos da tela em direção ao emblema, e acaba com a tela toda negra.” Alguém entendeu? Sim? Parabéns, porque eu não. Círculo que surge dos cantos da tela? A tela fica toda negra? Me desculpe, mas são informações que podem confundir quem está lendo pela maneira que foram descritas. Talvez só o autor tenha entendido. Ao invés de escrever que a tela ficou toda negra, poderia ter sido usado o bom e velho “a imagem escurece”. Fica mais fácil, né?

Custei a entender também a relação dos personagens uns com os outros. Em alguns casos, fiquei boiando. Porque Mark enfrentou Christina? Qual o motivo de Adam não gostar de Mark? O autor precisa dar motivos mais convincentes para explicar o envolvimento de todos com todos, senão fica estranho, tem que “juntar as pontas” da trama. O tal List-Boy também acabou, certo ponto, não tendo muita ação neste piloto. Quem assiste “Pretty Little Liars” conhece “-A” e sabe do que eu estou falando. O mistério até então está bem insosso e poderia ter sido melhor aproveitado com mais cenas da criatura misteriosa. Pelo que eu já li da trama (pra quem não sabe o segundo episódio já saiu, mas deixa quieto), os personagens parecem tentar resolver seus problemas através dos diálogos e não de ações. Foram muitas cenas das pessoas organizando grupos contra List-Boy, querendo desmascará-lo, mas... nada de fazer alguma coisa realmente. Tomara que melhore.

Só que, pra mim, o grande problema de “Trouble” é o título. A série tem sim uma história boa e corrigindo os erros pode vir a vingar, porém merecia um título mais forte que fizesse jus a trama. “Trouble” é problema em português. Não é estranho a série se chamar “Problema”? Ok, vou ser camarada e pensar pelo lado de que os personagens protagonistas sofreriam muitos problemas em relação ao List-Boy e blá blá blá, mas ainda sim é fraco. O nome de uma série precisa ser forte, pois será seu cartão de visita principal. Talvez o autor devesse ter refletido melhor e pensado em um nome mais elaborado para sua obra, porque esse é um literal PROBLEMA mesmo. Numa nota geral para o piloto da série, eu daria 6 pela falta de ação, excesso de cenas longas, o título fraco e o pouco destaque para List-Boy, o grande protagonista de “Trouble”. – Gossip Boy.
 

 

GOSSIP BOY: QUAL O SEU FILME DE TERROR FAVORITO?

     
 

Quando bati o olho na série “The Circus”, o título me chamou a atenção logo de cara. Como assim, falaria sobre o mundo do circo? De certo modo sim. A estrela principal da série é um palhaço. Um assassino meio crazy que usa uma máscara do famoso personagem circense e sai matando todo mundo da cidadezinha de Endless Town, sem exceção e motivos aparentes. A ideia proposta pelo autor é tentar descobrir quem é esse palhaço e quem ele vai matar no episódio seguinte. Mais clichê impossível. Somando com o fato de parte do elenco ser teen e se passar num ensino médio, tá feita a farofa.

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Logo no início do episódio, nos deparamos com uma sequência de abertura chupada do filme “Pânico”. Lembram de Drew Barrymore sendo esfaqueada loucamente pelo Ghostface? A cena se repete em “The Circus”, porém com um palhaço e outra atriz. O autor copia a cena do filme e tenta chocar o público logo de cara, o que consegue, e deixa claro que esse será o espírito da série. O grande pecado foi que a cena ficou seca demais. Mal escrita mesmo. Os diálogos entre a assassinada e o “palhaço” são patéticos e não transmitem medo, mas confesso que a morte em si da menina me deixou com mal estar. A falta de suspense nas cenas iniciais ficou clara, mas a coisa melhora quando a menina sai correndo pelo jardim e, enfim, morre, subindo os créditos iniciais.

Tirando a cena de abertura, o piloto é legal. Os personagens são apresentados de forma básica (sempre parecendo estar dentro do filme Pânico), mas a série é tensa demais. Todo o episódio me deixou com uma sensação ruim sabe? Não que a série seja ruim, mas é um bocado pesada. Só que isso pode ser muito bom, num mundo virtual onde imperam os dramas adolescentes. Falando neles, quase morri de sono nas cenas românticas. Os mocinhos se batendo no corredor? É Malhação? E a vilãzinha patricinha? Pelo menos é um pouco engraçada. O drama da família da morta me pareceu bastante inútil e poderia ter sido tranquilamente jogado fora.

Maureen Prescott (não, não é a mãe de Sidney Prescott de “Pânico”) é uma mocinha interessante, mas que deve tomar cuidado pra não cair na burrice e chorar a série inteira. A personagem mais interessante ao meu ver é Gale Weathers, digo, Catherine Mayer, jornalista interpretada pela Courteney Cox, digo, Sarah Michelle Gellar. Ela me pareceu bem maquiavélica vendendo as fotos da morta pro dono do jornal, e deve ganhar bastante espaço nos episódios seguintes, afinal está em segundo nos créditos. Eu apostaria nela como a maluca atrás do disfarce no palhaço. Mas num mundo onde Carminha matou Max, espero não sair frustrado. 

Enfim, o saldo disso tudo é que “The Circus” sim é uma boa série. Tem seus erros iniciais, mas fecha o piloto num suspense sensacional e dá vontade de ler novamente. Vi que a temporada já terminou e o autor renovou-a, não sei como ele vai levar, mas ele deve prestar atenção e não cometer os erros que cometeu no início. Se inspirar é muito bom, mas devemos segurar na escrita para não cair na cópia descarada (exemplo de Foley Boys). “The Circus” é um circo de horrores delicioso de se ler e eu quero saber quem é o assassino. Dando uma nota pra série, eu daria 8, pela falta de suspense inicial e a história sem sal dos “mocinhos”. Creio que a pegada de mistério é mais interessante. Esperando o palhaço ligar e dizer: “Qual seu filme de terror favorito?”. Gossip Boy.
 

 

GOSSIP BOY: FAMILY DINNER É A MELHOR SÉRIE DE 2012

     
 

Eu sei que o título acima vai chocar muita gente. Como assim, Family Dinner, uma série tão pouco conhecida pelos “grandes” ser eleita por um mero fofoqueiro cibernético como a melhor série do ano? Pois é meus senhores. Esta é a verdade. Apesar de não ter a melhor história, Family Dinner tem o melhor conteúdo e, de todos os pilotos que eu li durante esse ano, posso assegurar que esse foi o que mais me prendeu, portanto, considero a melhor série de 2012. Alias, que ano ruim para as séries não? 

Neste ano tivemos muitas estreias. Muitas mesmo. Poucas delas tiveram fôlego (ou melhor, força de vontade do autor) em conseguir terminar uma temporada. Quem fechou uma temporada, demorou séculos para fazer isso. O negócio é que os autores, acreditando no fim do mundo no dia 21 de dezembro, acharam que não valeria apena escrever já que “morreríamos”. Assim, nos despedimos de grandes promessas com bastante fãs, mas não sentiremos falta de lixos péssimos tipo “Breakeven”. Teve ainda a pré-histórica “Raíza” que se arrasta desde 1990 e ainda está na sofrida segunda temporada. Falaremos dela em 2013, na estreia da próxima temporada. Apesar de eu achar Family Dinner a melhor série de 2012, tenho que parabenizar também New Stages, The Circus e Pretty Reaper pelos bons roteiros apresentados. Estão, com certeza, em meu top4 do “greatest hits”. Não nessa ordem. 

Mas vamos nos atentar ao destaque da última coluna de 2012. Porque Family Dinner foi eleita a melhor série de 2012? Bom senhores, o roteiro é impecável. Os autores souberam dosar a comédia de uma maneira que não caísse no pastelão e divertisse quem estava lendo. O piloto é tão bom que li em pouco tempo. Praticamente o devorei. Os personagens em si são muito carismáticos. Todos. Desde a mãe controladora, mas de bom coração, ao filho que esconde que é homossexual e a única filha, meia desmiolada. A história não é fantástica: uma família que se reúne em almoços para falar de suas vidas. E nem precisa ser fantástica, porque o que importa afinal é o recheio. E posso assegurar que foi um ótimo recheio. 

Os atores escrevem muito bem. Em nenhum momento os diálogos pareceram artificiais e teatrais, como a maioria das outras séries são. É algo bem simples, mas bem escrito e que faz tudo ter sentido no final. Family Dinner tem o frescor e a graça que Coisas da Vida tenta, tenta e não tem. Enquanto lendo Coisas da Vida não esbocei um sequer sorriso, em Family Dinner cheguei a gargalhar. E olha que é muito difícil eu gargalhar. E porque eu achei graça? Porque tem graça. Essa é a diferença. E é algo que sai naturalmente no roteiro. Falando em roteiro, os autores de Family Dinner estudaram na escola de “Como Não Formatar As Cenas Corretamente”, mas isso é apenas um detalhe. A série tem tantas qualidades que isso acaba desaparecendo.

Em suma, me despeço de 2012 com votos de muita saúde a todos que leram minha coluna. Aqueles que gostam, leem, acompanham, meu muito obrigado. Aos chatos de nome esquisito e que só sabem reclamar, meu vômito e voltarei em 2013 falando das outras séries. Vocês vão ter que me engolir!!! Darei para Family Dinner a maior nota até então, a nota 10. Meus sinceros parabéns aos escritores e sigam com esta série. Talvez esta coluna seja a oportunidade de divulgar a mesma a grande massa. Agradeço ainda a WebTV pela oportunidade e voltamos ano que vem. Valeu pessoal, até mais. – Gossip Boy.
 

 

GOSSIP BOY: O MISTERIOSO COLUNISTA CRÍTICO DO BOLETIM VIRTUAL

     
 

BRUNO OLSEN: Quem é o Gossip Boy fora do mundo virtual?

GOSSIP BOY: Uma pessoa normal como todas as outras, que luta todos os dias pelos seus objetivos, que sonha em realizar o que sempre almejou. Uma pessoa em constante mutação!

 
     

 

     





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