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Boletim Virtual 14x02: Entrevista com Pedro Montanaro

Boletim Virtual 14x02
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NA EDIÇÃO DE HOJE DO BOLETIM VIRTUAL:

- Mantenho um norte em minha cabeça, mas vou descobrindo aos poucos como chegar até ele, diz Pedro Montanaro no Diário do Autor
- "Autores falam sobre como lidar com a crítica em suas obras" no Interação
- Visão Crítica comenta sobre a minissérie Algo está Mudando
- As últimas notícias no Giro Virtual com Ritinha.


  BOLETIM VIRTUAL - 14x02
 (DOMINGO, 14 DE JUNHO DE 2026)
 


FIQUE POR DENTRO DAS ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO MV - por RITINHA

RITINHA: Oie minhas kikinhas maravilhosas! Está começando mais uma edição do Giro Virtual, o espacinho onde a gente fica por dentro de tudo o que acontece no mundo virtual. Tem novidades, estreias, aniversários, oportunidades para autores e muitas fofocas do bem para comentar. Então pega sua bebida favorita, se acomoda na cadeira e vem comigo porque o giro de hoje está babadeiro! 

VOLTOU

Depois de um período off, a Ranable Webs voltou a movimentar as redes sociais. A emissora publicou nos stories a mensagem: "Em breve voltaremos. Aguardem!".

Dias depois, um novo comunicado explicou que problemas pessoais enfrentados pelo diretor Ezel Lemos comprometeram o andamento dos projetos previstos para este ano.

Agora, com o novo site já implantado, a expectativa é de que muitas novidades sejam anunciadas nos próximos dias.



NOVE ANOS DE HISTÓRIA

Gigi, o Estúdio.Webs soprou as velinhas em grande estilo! Para celebrar seus 9 anos de trajetória, a emissora lançou no dia 2 de junho a série Caminho ao Poder, assinada por Fred Reids.

E não para por aí não, viu? Em breve também estreia a webnovela Amores Feriados. 



CATÁLOGO TURBINADO

Betty, o Estúdio.Webs resolveu servir conteúdo e ampliar ainda mais o catálogo! A emissora recebeu diversas produções originalmente exibidas pela OnTV.

Entre os títulos estão Obstinação e A Flor do Desejo, de Bruno Rodrigo; Caminho Único e Laranjal, de João Paulo Ritter; Eu Te Trouxe Flores, de Leo Cardz; e Segunda Família, de Glaydson Silva.



TRÊS ESTREIAS NO HORIZONTE

Marcinha, o Acervo Novelas já começou 2026 trabalhando! O projeto criado por João Monteiro anunciou a chegada de três produções inéditas para os próximos meses.

Preparem o coração para Cuidando de Longe, Cidade Tropical e Castelo de Areia. Novas histórias, novos personagens e muitas emoções prometem movimentar o catálogo.

Arrasou, João! Estamos de olho nessas estreias, viu?



SUA HISTÓRIA TÁ ON

Amore, presta atenção nessa oportunidade babadeira! A TV Mix está em busca de novos autores para o Caso Especial, espaço dedicado a histórias curtas, criativas e cheias de emoção.

Para participar, envie sua sinopse e o episódio completo para rapidasmix@gmail.com.

Vale drama, suspense, horror, comédia, conto, roteiro e até aquelas histórias do cotidiano que deixam a gente passada. Quanto mais original, melhor!

Vai que a próxima história exibida seja a sua, né, menina?



FORA DE CENA

Menina, tem mudança no Cine Novelas! Desde o dia 14 de maio, a emissora deixou de exibir as tradicionais aberturas de suas webnovelas. Segundo a direção, a medida busca otimizar o tempo e os recursos técnicos, priorizando o desenvolvimento das histórias. Mas calma, kiki! Se o autor assumir a produção da abertura, ela continua no ar normalmente.

BATE-REBATE

• Previsto para o primeiro semestre, a volta do Web Show na WebTV foi reagendada para próximo semestre.
• Anunciada para abril, a novela Busca de Berço, de Guilhardo Almeida, ainda não estreou no Estúdio.Webs. Até o momento, a emissora não divulgou novas informações sobre o projeto.
• O Domingo Contigo, apresentado por Melqui Rodrigues, no Portal Glook, foi renovado para a 2ª temporada.

RITINHA: E por hoje o nosso Giro Virtual fica por aqui, meus lindinhos! Obrigada pela companhia e por prestigiar mais uma edição. Continuem acompanhando os projetos, apoiando os autores e valorizando o nosso mundo virtual, que é cheio de talento e criatividade. Um beijo bem grandão, fiquem com Deus, tenham uma noite maravilhosa e até o próximo Giro Virtual! Tchauzinho!


A ADOLESCENTE QUE AMA A LIBERDADE SE VÊ APAIXONADA - por LUCIANA FERNANDES

LUCIANA FERNANDES: Francyslaine Vicentini é uma autora nascida na cidade mineira de Três Pontas e possui formação em Direito. Tem apreciação tanto por livros como pela escrita. Na minissérie de Francyslaine Vicentini, acompanhamos Dalila Castro, uma jovem de 18 anos do México que nasceu em uma família afortunada e valorização das aparências. Cansada da hipocrisia dos pais e como amante da liberdade, Dalila encontra um lugar nos seus amigos fieis Linda e Caio, amizade que os pais de Dalila não aceitam. Em relação à cobrança de seus pais (Jorge Castro, um empresário influente, e Catarina Castro, socialite arrogante) após Dalila ser presa com seus amigos por participarem de uma corrida ilegal de carros, a moça se cansa e parte sozinha em viagem para Bogotá (Colômbia). Acostumada com a riqueza e mimos conectados com sua família, Dalila se vê lidando com desafios e perrengues e com uma paixão pelo jovem Leonardo de 25 anos, que tem um namoro em pendência. Como ela mesma diz mais de uma ocasião, “Algo está mudando” nela.


“Algo está mudando” tem como base o amadurecimento da protagonista mexicana e sua passagem para um pensamento e vida em que é levado mais a sério seus compromissos e a relação com seus amigos e familiares. Uma minissérie de 10 capítulos, é uma leitura recomendada para você, cidadão do MV, que curte uma história que dá pra ler em uma duração menor a de nossas amadas novelas e que curte dramas juvenis. A personagem principal pode acabar dando algumas raivinhas como alguém que ama a liberdade, apesar de ser uma família de alta sociedade com muita pressão interna, e que não acaba percebendo consequências, ainda que ela não se mantenha com essa constância até o final. Na história, percebemos não só três mulheres de alguma forma interessadas em ter como relação o colombiano Leonardo, mas também três rapazes diferentes que veem Dalila como possível pretendente. Entre essas mulheres encantadas com a boa conversa e beleza de Leonardo, está a melhor amiga de Dalila, Linda, e a namorada ciumenta e possessiva de Leonardo, Adriana. Entre os admiradores da “maluquinha” da Dalila, está o melhor amigo dela e de Linda, Caio, e o rapaz que os pais de Dalila queriam que ela se casasse, Kaíke. Linda traz uma amizade de coração, ainda que também, como personagem, seja um indicador de que Dalila precisa ter em consideração comportamentos de seu egoísmo. Não querendo ser vista como “seguidora” da amiga e com ciúmes da atenção que Caio dá para Dalila, Linda acaba tendo um rolo com Caio e ambos terminam com um final feliz. Não vemos, até certo ponto da rota final da história, mais de Adriana ou de Kaíke. No meu ponto de vista de leitora, é compreensível, como ambos não tiveram o que desejavam e, assim e possivelmente se sentindo usados, quiseram cortar laços. No sentido de enredo, percebo que tanto Adriana e Kaíke foram fundamentais para o romance entre Dalila e Leonardo. É interessante observar que a protagonista, ainda que goste de não ter limites, não consiga desfazer seu sentimento e desejo por Leonardo. Ao contrário dos pais de Dalila, que são Jorge e Catarina, a mãe de Leonardo, Sofia, é uma personagem que transparece preocupação com seu filho e é, dos pais, a personagem mais próxima de ter uma amizade sincera com seu filho e de ser uma confidente. Quanto a Jorge e Catarina, esses começam a acordar mais para o efeito de suas atitudes e palavras com Dalila quando esta sofre um acontecimento infeliz. Não é quase universal que alguns pais começam a se rever quando o seu filho ou a sua filha passa a ter um sofrimento?

Como todo, Francyslaine Vicentini conseguiu entregar uma história que se tem como proveito em um tempo não longo, com leveza na escrita do roteiro e com um ar que nos faz lembrar de produções latinas, como percebemos nas histórias de ficção o amor apaixonado e que deixa os personagens (e seus acompanhantes de tela) quase sem ar para respirar. Recomendo sua leitura como uma ficção de romance maluquinho que muitos do Mundo Virtual gostam. Além da química entre Dalila e Leonardo, foi satisfatório não somente a resolução de Linda e de Caio, como a gente saber como ficou a amizade entre os três. E também a mudança de comportamento de Jorge e Catarina. Fico me perguntando: como foi a vida de Kaíke e de Adriana depois de se afastarem de seus considerados namorados? Não que uma fanfiction mental não resolva, haha.

AUTORES FALAM SOBRE COMO LIDAR COM CRÍTICAS SOBRE SUAS OBRAS - por FAILON TEIXEIRA

FAILON TEIXEIRA: Chegueiiiii!!! Vamos iniciar mais uma edição. É hoje vamos falar da temida e também aguardada por muitos: Críticas!!! Recebo hoje os autores Dave Soto, Diogo de Castro, Melqui Rodrigues, Marcello Lucas, Igor Fonseca e Gabo Olsen.

FAILON TEIXEIRA: Como vocês lidam com críticas sobre seus projetos?

DAVE SOTO (Autor): No meu caso, eu ainda não recebi muitas críticas das história que escrevi. Geralmente, no Portal Glook que é onde publiquei todas as minhas histórias, a gente não recebe críticas ou comentários negativos. No entanto, me lembro de uma anedota. Eu tive um leitor em "Por Lo que Reste de Vida". Ele falou algumas vezes que o único motivo para acompanhar a novela era a vilã, pois os protagonistas não recebiam tanta importância assim e os outros personagens eram inclusive mais importantes do que dos protagonistas.

Em vez de eu ficar irritado com ele, eu gostava muito dos seus comentários, porque os achava diferentes dos outros, que só focavam no que acontecia em cada capítulo. Eu acredito que as críticas ajudam a melhorar (desde que estejam bem fundamentadas), e o bonito de escrever é ler tantos comentários diversificados.

Cada vez que recebi comentários negativos, tentei encará-los com humor. O que eu não admito é receber uma crítica que não esteja bem justificada.

DIOGO DE CASTRO (Autor): Não me lembro de ter sido criticado em relação aos meus projetos, até porque faz muito tempo que não publico nada. Mas, de modo geral, eu reflito sobre a crítica e principalmente sobre a intenção de quem está criticando. Algumas críticas podem e devem ser levadas em consideração, outras devemos desconsiderar. Depende muito de quem está fazendo a crítica. A forma como ela é feita também conta muito. É como dizem né, às vezes, não é o que você diz, mas COMO você diz.

GABO OLSEN (Autor): A crítica construtiva serve como um olhar que pode refletir positivamente no aperfeiçoamento do autor e no desenvolvimento da história. Quando a crítica vem com o intuito de causar polêmica, a regra que eu uso é seguir em frente e deixá-la de lado, já que não será útil para a obra.

MELQUI RODRIGUES (Autor): Olha, eu acho que as críticas servem sim como aprendizado pra mim, sabe? Acho que não teria chegado até aqui hoje se não tivesse ouvido algumas críticas no passado, acabei procurando me empenhar mais no meu trabalho. E é claro que como em qualquer lugar, sempre vai haver aquelas críticas destrutivas que a gente tem que procurar filtrar o que escutamos, pois nem sempre a pessoa está falando com um senso crítico, talvez é até algo pessoal da pessoa e ela quer imputar isso no seu projeto, então a gente precisa aprender a discernir as críticas que vão nos ajudar a evoluir como autores.

IGOR FONSECA (Autor): Eu sou muito teimoso e perfeccionista, quando decido criar uma obra eu a projeto de cabo a rabo e não altero uma vírgula do que foi previsto. Eu apenas conto a história que desejei contar e quem quiser ler será bem vindo, já para quem não curtir paciência. Então críticas para mim entram por um ouvido e sai pelo outro rs

MARCELLO LUCAS (Autor): Em relação as críticas nós como autores temos que ter inteligência emocional para separarmos o que é de fato crítica ou apenas comentários para denegrir a história no qual estamos desenvolvendo. 

Saber absorver críticas construtivas é uma arte que devemos aprender a dominar assim como a escrita.

FAILON TEIXEIRA: Eu lido bem com elas quando são no intuito de ajudar o autor para melhorar na sua escrita. Acho fundamental também esse feedback.

Já recebi em todas as minhas obras. E aprendi lidar bem com elas. Quando não são construtivas e não agregam em nada. O melhor que faço é evitar elas. Agradeço vocês pela participação!!! Nos vemos na próxima edição. Pode seguir com o Boletim daí, Gabo.


MANTENHO UM NORTE EM MINHA CABEÇA, MAS VOU DESCOBRINDO AOS POUCOS COMO CHEGAR ATÉ ELE, diz PEDRO MONTANARO

Ele conheceu o mundo virtual em meados de 2012 e 2013, através da webemissora TV Galáxia. Sua estreia como autor aconteceu com a webnovela "Só Você", inspirada no estilo de Manoel Carlos na TV Galáxia. O autor também publicou contos na Widcyber e webtvplay. Para Pedro Montanaro, a escrita vai além de contar histórias: é um exercício constante de conexão com o leitor, buscando compreender o que o público deseja encontrar em uma narrativa. Um dos períodos mais difíceis foi lidar com a recepção negativa de uma webnovela na qual havia investido meses de trabalho. Por outro lado, entre os momentos mais marcantes em sua trajetória no mv está o reconhecimento recebido pelo conto "Quando Fala a Noite", que conquistou uma avaliação de cinco estrelas no Blog da Zih. Pedro, seja bem-vindo ao Diário do Autor.



PEDRO: Olá. Obrigado, Gabo, pela oportunidade. É um prazer dar esta entrevista. 


GABO: Você conheceu o Mundo Virtual por volta de 2012 ou 2013. O que mais lhe chamou a atenção naquele universo quando teve o primeiro contato com a TV Galáxia?


PEDRO: O que mais me chamou minha atenção foi a oportunidade de poder contar minhas histórias — que são muitas! 


GABO: Naquela época, você já tinha o hábito de escrever ou o MV foi o responsável por despertar esse interesse de forma mais séria?


PEDRO: Tinha o hábito de confabular enredos inteiros. Graças ao MV, pude externalizá-los. 


GABO: Sua primeira obra publicada foi a webnovela Só Você. Como surgiu a ideia para essa história?


PEDRO: O mundo da ficção é alimentado pelo “e se”. Pensei comigo: e se, a doença de um garoto fosse o gatilho para o retorno de uma história de amor? Achei a ideia interessante e, bem no estilo do Manoel Carlos, criei “Só Você”. 


GABO: O que você acredita que mudou na sua escrita desde Só Você até os trabalhos mais recentes?


PEDRO: Maturidade. Consigo perceber quando a história não está legal, se seus mecanismos fazem sentido ou não; ou mesmo se estou contando-a da melhor forma possível. 


GABO: Existe alguma cena, personagem ou capítulo dessa primeira novela que ainda guarda com carinho?


PEDRO: Quando o personagem principal recebe seu transplante de medula óssea. Muito significativo. 


GABO: Em que momento da vida você percebeu que a escrita era mais do que um hobby?


PEDRO: Durante a faculdade, quando meus textos e roteiros eram elogiados. 


GABO: Você costuma planejar suas histórias do início ao fim ou prefere descobrir os rumos da narrativa enquanto escreve?


PEDRO: Mantenho um norte em minha cabeça, mas vou descobrindo aos poucos como chegar até ele. 


GABO: Entre todas as obras que produziu, qual considera a mais importante para sua trajetória como escritor?


PEDRO: “Quando Fala a Noite”, pois estava anos sem escrever nada. De repente, volto a escrever e, numa tacada só, escrevo “Quando Fala a Noite”. Foi elogiado e se tornou um guia para tudo o que faço até hoje. 


GABO: Você prefere escrever contos, séries ou novelas? O que cada formato oferece de diferente para o autor?


PEDRO: Por enquanto, só estou conseguindo escrever contos. Adoraria fazer um remake de “Só Você”, ou escrever qualquer outra história em formato de novela. Mas respondendo a pergunta, atualmente, prefiro escrever conto — tal qual um filme, em pouco tempo preciso apresentar os personagens, suas situações, conflitos e resolução. 


GABO: Você recebeu cinco estrelas do Blog da Zih por Quando Fala a Noite. O que sentiu ao receber esse reconhecimento? O que tornou esse conto tão especial em comparação a outras obras da sua carreira?


PEDRO: Fiquei absolutamente feliz. Não esperava que um texto sem leitura beta, ou mesmo opinião do ChatGPT, fosse ganhar tanta atenção. Aquele texto sou 100% eu e minha verdadeira voz. 


GABO: A recepção negativa de uma webnovela foi um dos momentos mais tensos da sua trajetória. Como lidou emocionalmente com essa situação?


PEDRO: Heheh, muito mal. Tirei a obra do ar em pouco tempo.


GABO: O que foi mais difícil: receber críticas negativas ou perceber a indiferença do público diante de um trabalho no qual você se dedicou tanto?


PEDRO: A indiferença é terrível. 


GABO: Pedro, chegou o momento do nosso bate-bola, o jogo rápido. Preparado?


PEDRO: Claro. 


BATE-BOLA


TV GALÁXIA: Primeira vez

SÓ VOCÊ: Voo solo

ROTEIRO: Amo

LITERÁRIO: Adoro 

MUNDO VIRTUAL: Novas oportunidades

CRÍTICA: Necessário

ESCREVER: Respiração

LER: Alimentação

FRASE: “Quem quer passar além do bojador, tem que passar além da dor.” 

PEDRO POR PEDRO: Inventivo 


GABO: Pedro, obrigado pela entrevista. Fica o espaço para suas considerações finais.


PEDRO: Obrigado pelo espaço. Gosto muito de escrever. Não escrevo para mim. Escrevo para os outros, sempre esperando entreter, divertir, dar medo, susto, fazer rir e chorar. Espero atingir este objetivo, em algum nível. Obrigado pela oportunidade! 


GABO: O Diário do Autor e o Boletim Virtual ficam por aqui. Na próxima edição tem muito mais. Tchau. Abraço virtual.

 

 editor-chefe
 
Gabo

 equipe
Failon Teixeira
Gabo
Luciana Fernandes
Ritinha

entrevista
Pedro Montanaro

 jornalismo
 contatoredewtv@gmail.com

 

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