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Flor-de-Cera: Capítulo 32

Novela de Carlos Mota
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CENAS DO CAPÍTULO ANTERIOR:

– Percebeu que junto dela havia um anexo?

– Anexo?

– Sim! Uma documentação a mais.

Permanece mudo.

– Veja – devolve-lhe a carta.

– Não quero isso – esbraveja, afastando-a.

– É preciso, sei que dona Catharine tem pouco tempo de vida, por isso evita falar dela; agora tome coragem e veja o que o seu “grande amor” lhe enviou, além daquela revelação.

Rubens pega o envelope e dele retira todas as folhas. Passa pela página que já leu e se apega a uma outra, toda embolorada, com uma caligrafia muito malfeita, em cuja assinatura há o nome de Neuza da Silva.

– Cristo! Isso é o fim! Maria, pegue meu remédio da pressão, está tudo turvo, não estou conseguindo respirar. Vá, mulher!




FLOR-DE-CERA - CAPÍTULO 32


    


Tanaka desce agitado do carro e adentra o casarão, onde encontra George estirado ao sofá, sob os cuidados dos empregados.

– Aff! O que aconteceu aqui? Por acaso ele bebeu todas? Olha a cara do sujeito, parece um “poizé” arriado...

– Nossa, o senhor não tem vergonha de dizer essas coisas? Não percebe que o peste... digo, o vereador está desacordado, com febre batendo os 38 graus? – pergunta Ernestina.

– Vergonha? Eita! Esta é uma palavra que não existe em meu vocabulário, aliás, quem a senhora pensa que é para sair por aí destratando as autoridades, legitimamente eleitas pelo povo? Pois me trate bem, senão lhe aumentarei o IPTU. Abusada!

– Abusada, eu? Ponha-se no seu lugar!

– Quem é essa tar de “abusada”? Num cunheçu ainda! – diz Moacir, invadindo a conversa.

O homem o encara dos pés à cabeça com enorme desdém e o ignora.

– E o que o peste, digo... o ilustríssimo vereador tem?

– Não sei! Do nada começou a dizer coisas estranhas, como se estivesse possuído por algo de ruim.

– Quando eu digo, ele não acredita! Há um peso grande aqui, deve ser uma mandinga daquelas, feita com sangue do bode preto! Ave! Saravá, meu filho! Saravá! – diz, avistando a mesa virada da sala de jantar, a pouco metros. – E não foi só isso, né? Por aqui também passou um vendaval? Olhe, tá tudo virado!

– Foi u seu Giorgi qui feiz – adianta-se.

Torna a fitá-lo com desprezo.

– Há quanto tempo George está assim? Acho que vou lhe dar umas gotinhas de saquê, pois é tiro e queda – diz, retirando uma garrinha da pochete.

– É mais tiro do que queda, não é? Desde quando se oferece bebida a doente?

– Estraga prazeres! Hum! Ele precisa de um médico! Já chamou o “talzinho”?

– Que “talzinho”?

– O amante da dona France... ops, o fofoqueiro, bem, quer dizer, o tal do Rubens?

– Até tentei, mas ele se nega a atendê-lo.

– Como assim? Que médico que é esse que se recusa a prestar socorro a uma figura ilustre e honrada como a do grande vereador George Dumont? Além de reflexo da elite, este homem é o símbolo-mor dos bons costumes de nossa terra, aquele que desperta inveja em seres menores como assim denomino nossos oponentes.

– Menos, menos, ele não é tudo isso não; se fosse, doutor Rubens já estaria à porta, o que não é o caso.

– Pois vou denunciá-lo ao Conselho Regional de Medicina. Isso não se faz! Se fosse com um pobre qualquer, caído à sarjeta, até passaria, porque de pobre ninguém se lembra; mas com alguém que carrega o brasão de uma das famílias mais admiradas destas terras? Ah, isso não! Não posso permitir!

– Então quer dizer que se ele fosse pobre, poderia estar estirado à rua que não teria problema? Vocês, políticos, são mesmo verdadeiros castelos de areia: dizem uma coisa e fazem outra; basta um simples vento para que suas mentiras se esvaiam no tempo – repudia a empregada, torcendo, em uma bacia, o pano que acabara de passar no rosto do edil.

– CASTELO DE AREIA¹??? ONDE? COMO? QUANDO? NÃO FUI EU!!! MEU NOME É INOCENTE!!! JURO PELA MINHA SOGRA MORTA!!!

– Quem deve, teme, não é? Não me referi à Operação da Polícia Federal; foi apenas uma metáfora!

Trêmulo de susto, Tanaka entorna a garrafa e dispara:

– Como é abusada, serviçal! Hum! Mas o que esperar de um pobre? Pobre é pobre! Dá em tudo quanto é canto! Basta dizer que vai servir uma sopa para juntar aquele bando de véias feias, sem dentes, com aquele bafo de girico... Como é duro ser prefeito! Tem que passar por cada uma!

– Prefeitu, u sinhô..? – pergunta Moacir, interrompendo a conversa, para a surpresa dos dois. – U sinhô é o prefeito Tanaka Santuku? Pois só agora percebi!

– Não, sou o Jaspion da pobretada, não tá vendo meus olhos puxados, seu burro de cinco patas? Eu que bebo e é ele que fica zoró!

– Volta-se para Ernestina: – Quem é esse indivíduo? Algum pedinte?

– É o jardineiro da casa! – responde.

– Ieu sempri votei nu sinhô! – diz Moacir, não alcançando as ofensas.

– Votou? – os olhos do político crescem e faíscam como fogo. – Mas é mesmo, meu filho? Num diga? Então é um dos meus! – muda a maneira como o trata. – Qual sua graça? Fale aí!

– Graça é minha vizinha, qui diz que num votô nu sinhô, pruque u sinhô menti muito.

– Graças a Deus! Ainda há pessoas de boa-fé nesta cidade, dominada pela politicalha rasteira – caçoa Ernestina.

– Mas nunca dexei ela falá mal du sinhô pertu di mim, pruque achu o sinhô um homi qui pensa nu povo, qui só faiz u bem pra população.

– Pois há também pessoas que reconhecem minha importância! – dispara. – Mas qual é o seu nome, meu filho? Já gostei de você desde o primeiro momento que o vi!

– Mentiroso! – diz a mulher a si mesma, inconformada. – Como pode?

– Moacir! Meu nomi ié Moacir!

– Darci? Belo nome...

– Não, prefeito, Moacir – corrige-o a empregada, enquanto molha outra vez a face do vereador.

– Pois então, seu Moacir, vivo pelo povo; não há um só minuto que não pense no bem-estar dos principienses! Pois fale mais, meu filho, tô gostando da prosa.

– Lá im casa todu mundo votô nu sinhô.

– É mesmo? E quantos votos, digo, quantas pessoas votaram em mim? É só para saber...

– Num ié muita genti não, só ieu, mia muié, meus dois primus e meus dezesseis irmão. Até a tia, da prima, da vó, da irmã da minha cumadi votô nu sinhô!

– Eita!!!!! É voto... ops, gente pra dedéu! Ave! Já estou reeleito! Pois tome um santinho, meu filho – retira-o do bolso do paletó –, para que não se esqueça de meu número nas próximas eleições.

– Mais é a fotu du sinhô... tá ajeitadu, né, prefeitu?

– A gente faz o que pode – gaba-se, esquecendo, por um minuto, do amigo. – Nem precisei de Photoshop, porque se não sabe, todos os meus adversários, com aqueles santinhos empetecados, enchem a cara de botox e fio de ouro. Como não ficar como o Fábio Júnior? Eu não, como sou um homem sério, verdadeiro, que gosta de ser o mais transparente possível, mostro a minha própria cara, do modo como veio ao mundo. Tome mais, distribua aos pobres – dá uma tossida para disfarçar – ... quer dizer, ao bondoso povo da rua onde mora.

– I qui são essis numiriquinhos atrais da foinha?

– Ah, são números do jogo do bicho. Pode jogar, com certeza ganhará algum. Sabe, dia desses, joguei no burro e acredita que ganhei uns...

– Jogo do bicho??? – ri, Ernestina. – A maior autoridade política da cidade cometendo contravenção penal?

– Essa bicha é sempre assim? – pergunta para Moacir. – Que estraga prazeres! Hum! Como aguenta?

– A genti faiz u qui podi!

– MOACIR!!!! – adverte-lhe a mulher, para a gargalhada do homem.

– Pois jogue, meu filho, há de lhe render alguns tostões.

– Minha igreja num dexa; u pastô dissi que quem joga, Deus castiga. I quando a genti morrê, inda vai passá uma temporada nu purgatório, onde trabaiará dibaixo de chibatada. Tenhu até medu!

– Por isso eu digo, meu rapaz, isso só acontece àqueles que não cumprem com as escrituras sagradas. No meu caso, de todo dinheiro que recebi, 10% foi para Deus – por meio do dízimo, porque sou fiel, todo mês estou ali, e 90% para os cofres da prefeitura, por meio de doação, dessa forma, mantenho-me limpo, sem qualquer pecado. Assim, quando eu morrer, certamente, passarei pelo purgatório direto; ao invés das chibatadas, receberei um cartão VIP para gastar no shopping do céu.

– Cara de pau – cochicha Ernestina.

– E tem shops nu Céu? Ieu num sabia!

– Pois saiba, sou assim com Deus – roça um dedo no outro denotando intimidade –, e ele mesmo me disse.

– Uuuuuhhhh!!!! Santu homem! Nossa, u sinhô é maravioso! 

– Eu sei, meu filho, eu sei, digo-me isso todos os dias, em frente ao espelho – pega a garrafa e dá outra golada, oferecendo-a ao jardineiro, em seguida.

– Ieu num possu bebê, minha igreja num pirmiti.

– Deus não está vendo, está de férias, acabei de receber a notícia no meu WhatsApp.

– Se o senhor diz !

Dá duas ou três goladas e bambeia as pernas.

– É muitu forti! Tô zonzo!

– É pra abrir o apetite!

– Qui homi! U sinhô um dia há di sê guvernador.

– GOVERNADOR??? EITA! POBRE NÃO PODE BEBER QUE JÁ COMEÇA A PROFETIZAR!

– Preciso de sua ajuda, não fará nada, prefeito?

– E não estou fazendo? Preciso dar toda atenção ao meu eleitorado, eles merecem!

– A febre não cessa; se não fizermos nada, ele convulsionará.

– Deixe-me ir, seu Darci...

– MOACIR – corrige-o de novo a empregada.

– Moacir e Darci dá no mesmo, tudo é gente boa – ri. – Deixe-me ir, mas não se esqueça de entregar meus santinhos. Deus lhe pague!

– U Zé há di sofrê pra vencê u sinhô nas eleições que intá vinu.

– Que Zé? – interessa-se o prefeito. – Quem vai me enfrentar, aliás, quem enfrentará o vereador George Dumont nas próximas eleições à prefeitura?

– U seu Zé dus Cobri.

“– De onde surgiu esse cabra? O vocabulário dele não é de gente chula!

– É um líder comunitário – cochicha Adelaide –, dono de um ferro velho, daí o apelido de Zé dos Cobres!”

Tanaka relembra do embate em frente à prefeitura e se arrisca:

– Esse tal Zé é aquele que perdeu a mulher e o filho no desabamento?

– Eli memu! Eli vai se candidatá pelo otro partidu, já intá até conversanu cum u povu.

– Eita! Não existe mais político honesto neste país; nem bem começaram as eleições e já estão comprando votos. Hum! Tenho de fazer alguma coisa! Doutor Alberto não se utilizará do talzinho para alcançar o maior posto político da cidade. Nem que a vaca tussa! – pensa.

– PREFEEEEEEITO! – grita a criada, com George atingindo 40 graus. – Faça, já, alguma coisa! O homem está mal!

– Que homem? Ah, o vereador, espere aí, minha filha...

– Que homi bão!– continua o jardineiro, enquanto Tanaka, com o celular em mãos, tenta contatar o doutor Rubens.

– É o prefeito! Quer lhe falar – anuncia Stela ao médico, que acabara de chegar ao hospital, visivelmente consternado. É como se um caminhão houvesse passado por ele.

– Diga que não estou; aliás, diga que fui para o INFERNO!

– Nossa, doutor! Ele está dizendo que o vereador está tendo uma crise, precisa de seus préstimos.

– Há outros doutores em Vila dos Princípios. Nego-me a atender este sujeito! – sua ira é descomunal.

– Aconteceu alguma coisa? O senhor está tão... tão estranho!

– Se aconteceu? Hum! Não tem a mínima noção, porque... – Percebendo que falaria demais, muda o assunto: – Diga que não irei atender! – reluta.

– O senhor é o médico daquela família há anos – tenta convencê-lo, estranhando seu nervosismo incomum.

– Não precisa me lembrar disso! – adverte-a.

– Precisa ajudá-lo... – insiste.

– E o que ele fez a dona Catharine? Viu as marcas de espancamento? Devo esquecer tudo aquilo, ir à mansão e fingir que nada aconteceu? Não tenho estômago para tanta hipocrisia.

– Tudo bem, concordo com o senhor que ele deva ser denunciado, mas por ela, não por nós, que dela nada somos... ou somos? – arrisca-se, não obtendo resposta. – Além do mais, onde fica nosso juramento diante de tudo isso?

– Maldito Hipócrates²! Maldito! – silencia-se por alguns segundos. – Tá, diga que eu estou indo! 

Entra no elevador, passa pela recepção, chega ao estacionamento, onde encontra Pietro.

– Doutor Rubens, precisamos conversar.

– Estou com um pouquinho de pressa! Pode ser depois?

– É verdade que o motorista foi assassinado?

– Quem lhe disse isso? Se estiver se referindo ao que lhe fizeram naquela cadeia de Vila Bonita, pode-se dizer que sim!

– Vou ser mais direito, doutor: Joaquim foi assassinado neste hospital?

O médico gela.

– Preciso que se pronuncie doutor, ele era seu paciente; tenho fontes que me garantiram tal informação e posso usá-las, se preciso for, para informar o povo de que num hospital de referência como este, um homem pobre, aparentemente inocente – até prova em contrário, teve sua vida ceifada por algum malfeitor, sem que houvesse qualquer comunicação por parte dos responsáveis às autoridades competentes. Não lhe passa pela cabeça que essa morte possa estar intimamente ligada às outras duas ocorridas nessa madrugada, afinal, um dos mortos é um policial, da mesma delegacia onde Joaquim esteve até ser trazido para cá? Responda, doutor! Estou esperando!

– Que o doutor Rubens me perdoe, mas não poderia deixar que um crime tão grave como esse fosse arquivado sem as devidas apurações – pensa Stela, olhando-os pela janela do penúltimo andar. – Aquele rapaz foi morto aqui e o culpado deve ser identificado e condenado, com todo o rigor da lei.

– Cadê o doutorzinho? Aff! Que demora! – o prefeito liga de novo para o médico.

– Tenho de ir, um paciente me espera – responde ao jornalista, olhando o nome do prefeito na tela do celular.

– Doutor Rubens, depois de tudo que me contou sobre a intimidade da família Dumont...

– E o que fez com tudo que eu lhe disse? – grita o homem, perdendo o controle. – Catharine continua agonizando. E o seu jornal...como se nada tivesse acontecendo.

– Estou tentando convencer meus chefes a publicarem a denúncia que fez; não é fácil! Doutor Tobias é muito complicado! Prometo! Farei o que for possível! Me ajude! Precisamos agir logo! O motorista foi ou não assassinado?

Rubens vira as costas, entra no carro, fecha a porta e parte, sem responder à pergunta, para a inquietação do jornalista, que não entende o porquê dele agir daquele jeito. Teria medo de alguma coisa?

– Joaquim... Joaquim... onde está? – pergunta Catharine, numa vozinha quase inaudível, retornando a si.

– Que bom! Está acordando – diz Stela, já no quarto.

– Onde está Joaquim? On-on-onde está?

– Como se sente? – pergunta-lhe.

– Fraca, muito fraca! Que-que-quero apenas saber de meu Joaquim! Onde ele... ele... está?

– Senhora, descanse! Precisa! – responde a mulher, evitando revelações que poderiam agravar o estado dela.

– Ele morreu, não é? Fa-fa-le – a voz tremula –, por favor!

– E como foi no hospital, Pietro? – pergunta o editor-chefe do “Tributo ao Povo”, ao vê-lo chegar à redação.

– Horrível! O médico me deu as costas, mas saiba, ainda vou descobrir esta história. Alguma coisa me diz que logo a capa deste jornal trará o verdadeiro mandante destas mortes, porque, para mim, elas estão interligadas.

– E talvez tenha razão!

– Como assim? – estranha

– Veja... – Júlio aponta para uma mulher, que está sentada ao banco, esperando-o há quase trinta minutos.

– Quem é?

– Não quis me dizer; disse que só falaria com você! Vá ver!

O noticiarista pega um copo de água e vai até ela.

– Em que posso ajudar?

– O senhor é o jornalista Pietro Ferrara?

– Sim! Sou eu!

– Foi o senhor quem escreveu todas aquelas notícias que trouxeram pânico à cidade?

– Pânico? Se a senhora estiver se referindo à briga política entre o prefeito Tanaka e o doutor Alberto, ao suposto envolvimento amoroso de dona Catharine com seu motorista e às duas misteriosas mortes desta noite, sim, fui eu! Mas, em que posso ajudá-la?

– Podemos conversar em outro lugar? Tenho muito a lhe falar.

– Sim! Mas... mas... – olha para os lados e toma uma decisão – ... venha até minha sala.

Entram.

– Feche a porta, por favor! – pede, sendo atendida de imediato.

– Em que posso ajudá-la, dona...

– Adelaide. Adelaide do Amaral – completa

Pietro corre os olhos pela mulher e percebe todo o seu nervosismo; sente que ela lhe fará grandes revelações, por isso investe:

– Tudo o que disser aqui; aqui ficará! A Constituição Federal assegura o sigilo da fonte. Pois bem! Em que posso ser útil?

– Eu sei quem é o mandante do assassinato do motorista Joaquim e do policial de Vila Bonita.

Assustado, Pietro cai sobre a cadeira. Era tudo que precisava. Sua intuição estava certa.

Encerra com a música: (Les Choristes Caresse sur l'océan - Au palais des Congres)

_______________________

1. A Operação Castelo de Areia foi uma operação da Polícia Federal do Brasil em 2009 que investigou supostos crimes financeiros e lavagem de dinheiro, tendo como centro as operações do Grupo Camargo Corrêa. Por investigar esquema de corrupção envolvendo políticos e empreiteiras é considerada antecessora da Operação Lava Jato.

2. O Juramento de Hipócrates é um juramento solene efetuado pelos médicos, tradicionalmente por ocasião de sua formatura, no qual juram praticar a medicina honestamente. De forma geral, acredita-se que o juramento tenha sido escrito por Hipócrates — amplamente considerado como o pai da medicina ocidental — ou por um dos seus alunos. O juramento original foi escrito em grego jónico (século V a.C.).


autor
Carlos Mota

A novela "Flor-de-Cera" é remake de "Venusa Dumont - da memória à ressurreição" de Carlos Mota
 
elenco
Grazi Massafera como Catharine Dumont
Thiago Lacerda como George Dumont
Ricardo Pereira como Joaquim
Elisa Lucinda como Ernestina
Carlos Takeshi como Tanaka Santuku
Miwa Yanagizawa como Houba Santuku
Jesus Luz como Pietro Ferrara
Lucinha Lins como Franceline Legrand Dumont
Lima Duarte como Dilermando Dumont
Herson Capri como Doutor Rubens Arraia
Tonico Pereira como Moacir
Werner Schünemann como Paineiras Ken
Rosi Campos como Adelaide
Humberto Martins como Alberto Médici
Cauã Reymond como Ricardo
César Troncoso como Zé dos Cobres
Ilva Niño como Josefa
Selton Mello como Zelão
Matheus Nachtergaele como Meia-noite
Caio Blat como Delegado de Vila Bonita
Caio Castro como Leandro
Alexandre Borges como Doutor Jaime
Caroline Dallarosa como Carmem
Fernanda Nobre como Stela

participação especial
Stênio Garcia como Doutor Lúcio
Drica Moraes como Desirê
Marco Nanini como Chico Santinho

atores convidados
Ary Fontoura como Doutor Tobias
Alexandre Nero como Júlio Avanzo
Elizangêla como Maria

a criança
Valentina Silva como Alana

trilha sonora
Lágrimas da Mãe do Mundo - Sagrado Coração da Terra (abertura)
Sob o Sol (spanish version: Bajo el Sol) - Marcus Viana e Adriana Mezzadri


desenhos
Andrea Mota

produção
Bruno Olsen
Cristina Ravela

Esta é uma obra de ficção virtual sem fins lucrativos. Qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.


REALIZAÇÃO


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